66: Sessão lunar 30.Ago.2017

Noite com céu limpo, teste do novo telescópio SkyWatcher Mak 127/1500 EQ 3-2. Gostei imenso. focagem suave, comandos suaves, montagem equatorial extremamente estável, sem tremideiras (como a EQ-1), permitindo um trabalho estável e de razoável qualidade tendo em vista o preço deste equipamento.

Amanhã – e se o céu o permitir -, vou testar a lente Barlow 2x que aumenta a DF de 1500 para 3000mm.







O movimento da Lua é natural, apenas fui corrigindo os desvios de percurso. Pode notar-se a PA (poluição atmosférica existente)

Equipamento utilizado nesta sessão:

  • Câmara Canon EOS 760D
  • Telescópio SkyWatcher Mak 127/1500 EQ3-2
  • Buscador SkyWatcher 9×50 com retícula

[vasaioqrcode]

[SlideDeck2 id=30]

[yasr_visitor_votes size=”medium”]

[powr-hit-counter id=9451d4e8_1504133509368]

 

65: Telescópio SkyWatcher Mak 127/1500 EQ3-2

Chegou hoje, mais rápido do que esperava. Efectuei a montagem total em apenas 17 minutos o que demonstra que não é nada difícil para quem é um nabo em Astronomia.

Um agradecimento a Mestre Raimundo, responsável pela Astrofoto, que foi e tem sido incansável desde que lá fui pela primeira vez para comprar o Mak 90/1250.

Logo à noite, se o céu o permitir, vou testá-lo com a DSLR. Quanto à montagem e a toda a estrutura é fantástico, tendo em conta o seu preço! Mas pesa pela burra!!! Ficam aqui algumas imagens do Mak já montado.

Mais lá para diante, serão adicionados a esta estrutura:

  • Focalizador Crayford
  • Kit GOTO
  • Buscador de Polo






[vasaioqrcode]

[SlideDeck2 id=30]

[yasr_visitor_votes size=”medium”]

[powr-hit-counter id=2c971f0c_1504103525635]

 

64: Sessão lunar 29.Ago.2017

Pensava que hoje não haveria uma janela de abertura para fotografar a Lua dado que o céu pouco tempo antes estava muito nublado, mas ela (a Lua) sabe que a adoro e não quis que eu ficasse triste por não a poder fotografar hoje. E assim sorriu para mim e retribui-lhe a gentileza…

Amanhã chega o novo telescópio SkyWatcher Mak 127/1500, veremos se a Lua continua a sorrir para mim…










Equipamento utilizado nesta sessão:

(sem conversor 2x Dörr – 500mm puros)

  • Câmara Canon EOS 760D
  • Teleobjectiva catadióptrica Samyang 500mm
  • Filtro Dörr UV ∅95mm
  • Disparador remoto Canon RS-60E3
  • Tripé Genesis ABT
  • Cabeça de vídeo Sirui VH-10
  • Cabeça Panorâmica Genesis IR-55QR
  • Lens Rail Sirui TY-350


[vasaioqrcode]

[SlideDeck2 id=30]

[yasr_visitor_votes size=”medium”]

[powr-hit-counter id=749000d5_1504042006206]

 

63: Sessão lunar 28.Ago.2017

Embora com um dia de chuva, a tarde acalmou, o céu limpou e à noite conseguiu-se uma janela de abertura para tirar mais umas imagens à Lua.







Equipamento utilizado nesta sessão:

  • Câmara Canon EOS 760D
  • Teleobjectiva catadióptrica Samyang 500mm
  • Conversor 2x Dörr (utilizada a DF de 1000mm)
  • Filtro Dörr UV ∅95mm
  • Disparador remoto Canon RS-60E3
  • Tripé Genesis ABT
  • Cabeça de vídeo Sirui VH-10
  • Cabeça Panorâmica Genesis IR-55QR
  • Lens Rail Sirui TY-350


[vasaioqrcode]

[SlideDeck2 id=30]

[yasr_visitor_votes size=”medium”]

[powr-hit-counter id=ba3278ab_1503954760399]

 

62: Telescópio SkyWatcher Maksutov-Cassegrain MAK 127-1500mm EQ3-2





Características do produto:

Os telescópios SkyWatcher Maksutov-Cassegrain são os mais avançados como telescópios portáteis para levar a qualquer lugar facilmente. Também são ideais se o lugar de utilização é de dimensão reduzida.

Apesar das suas reduzidas dimensões, os telescópios SkyWatcher Maksutov-Cassegrain representam um equipamento de grande potencial. A sua alta resolução, os seus sistemas ópticos limitados em difracção (“diffraction limited“) e multi-tratados para maximizar o contraste e a sua nitidez de imagem, conferem-lhes capacidades que no estão ao alcance dos equipamentos refractores de dimensões similares.

O telescópio SkyWatcher Maksutov-Cassegrain MAK 127 EQ3-2 possui um diâmetro de 127mm a juntar a uma fantástica montagem equatorial alemã EQ3-2.

A sua intenção é dar-lhe um uso tanto como telescópio terrestre como para uso astronómico. Os SkyWatcher Maksutov-Cassegrain são o perfeito companheiro para as tuas sessões de observação.

Especificações Técnicas:
Desenho óptico: Maksutov-Cassegrains
Diâmetro: 127 mm
Distância focal: 1500 mm
Máximo aumento útil: 254x
Relação focal: F/11.8
Magnitude estelar limite: 13.2
Buscador: Red dot finder
Prisma: zenital de 1.25″ e 90º
Diâmetro enfocador: 1.25″
Oculares: 10mm e 25mm de 1.25″
Dimensões do tubo: 14x33cm3
Peso das caixas de transporte: 8+15 kg
Dimensões da caixa de transporte: 68x31x29 ; 89x45x27cm3
Está quase a chegar…

[vasaioqrcode]

[SlideDeck2 id=30]

[yasr_visitor_votes size=”medium”]

[powr-hit-counter id=abb0bcee_1503934596261]

61: Sessão lunar 27.Ago.2017

Embora o céu estivesse com nuvens, o que torna difícil a focagem, mas consegui umas imagens satisfatórias…










Equipamento utilizado nesta sessão:

  • Câmara Canon EOS 760D
  • Teleobjectiva catadióptrica Samyang 500mm
  • Conversor 2x Dörr (utilizada a DF de 1000mm)
  • Disparador remoto Canon RS-60E3
  • Tripé Genesis ABT
  • Cabeça de vídeo Sirui VH-10
  • Cabeça Panorâmica Genesis IR-55QR
  • Lens Rail Sirui TY-350


[vasaioqrcode]

[SlideDeck2 id=30]

[yasr_visitor_votes size=”medium”]

[powr-hit-counter id=40b6d0ea_1503864916999]

 

60: O super-telescópio que vai procurar vida extraterrestre

Imagine um radiotelescópio — que produz imagens do cosmos a partir das ondas de rádio e não a partir da luz — em forma de antena parabólica, construído para desvendar os grandes mistérios do Universo, com uma gigantesca superfície de 1 km2, algures no Hemisfério Sul, onde o céu observável está iluminado por mais estrelas, planetas e galáxias. Seria uma maravilha da ciência, a maior infraestrutura científica mundial do século XXI, mas não passa de um sonho: é tecnicamente impossível erguer e manobrar uma parabólica com um milhão de metros quadrados, o equivalente a 140 campos de futebol.

Só que este sonho pode tornar-se realidade a partir de 2020, com o arranque da construção de um radiotelescópio com esta área mas organizado em rede, isto é, distribuído por milhares de antenas ligadas entre si e espalhadas por vastos territórios na África do Sul e na Austrália. Chama-se SKA — Square Kilometer Array, e Portugal está envolvido através de um consórcio liderado pelo Instituto de Telecomunicações (IT), que junta as universidades de Aveiro, Porto e Évora, o Instituto Politécnico de Beja, o Polo de Tecnologias de Informação, Comunicação e Electrónica (TICE) e empresas.

O coordenador do consórcio português no super-telescópio, Domingos Barbosa, investigador do IT na Universidade de Aveiro, afirma ao Expresso que “a principal tarefa do projecto é gerir toda a informação gerada pelo SKA, um grande desafio quando está em causa um volume de dados anual três vezes superior aos dados gerados hoje pelo Google”. E a sua maior descoberta “será a identificação de todos os 100 mil pulsares da Via Láctea”. Pulsares são estrelas de neutrões em rotação, muito pequenas e densas, que emitem um feixe de radiação electromagnética a intervalos de tempo muito regulares, como uma pulsação.

Mas para o público em geral, olhando para os grandes objectivos do SKA (ver caixa), o mais aliciante será a procura de vida extraterrestre, em especial vida inteligente, porque o super-telescópio poderá detectar um radar de aeroporto até uma distância de 50 anos-luz. E será capaz de identificar moléculas complexas, que são blocos de construção da vida.

Há dez países membros do projecto e Portugal fez o pedido de adesão em abril, decorrendo negociações para definir, até ao fim do ano, quanto irá pagar para participar no projecto e quais serão as contrapartidas, nomeadamente para a indústria nacional. “Mas a organização do SKA vai ser transformada em tratado internacional, com o nome de SKA Observatory, e Portugal será um membro fundador”, revela Domingos Barbosa.

O interesse da indústria portuguesa não reside apenas na construção das gigantescas infraestruturas do SKA, que só na primeira fase envolvem 200 grandes antenas parabólicas na África do Sul e 130 mil antenas dipolo (para captar ondas de rádio de baixa frequência) na Austrália, bem como extensas redes eléctricas e de comunicações.

Portugal vai tratar volume 
de dados igual ao do CERN

Há também oportunidades únicas no tratamento do (literalmente) astronómico volume de dados gerado pelas observações do super-telescópio (Big Data), porque 2% a 3% desses dados serão tratados anualmente em Portugal, o equivalente aos dados gerados pelos aceleradores de partículas do CERN (Organização Europeia de Pesquisa Nuclear) em Genebra (Suíça). E há pelo menos três interessados: o Centro de Dados da Altice (PT) na Covilhã, o futuro Centro de Super-computação da IBM na Universidade do Minho e a FCCN, unidade pública que gere a Rede Ciência, Tecnologia e Sociedade.

© ALEXANDER JOE/GETTY IMAGES O super-telescópio que vai procurar vida extraterrestre

Vasco Lagarto, presidente da comissão executiva do Polo de Tecnologias de Informação, Comunicação e Electrónica (TICE), com sede na Universidade de Aveiro, salienta que “Portugal tem uma posição estratégica global nas ligações de alto débito por cabo submarino, porque é o único país do mundo a ter ligações directas com todos os continentes excepto a Antárctida”. Os grandes cabos submarinos que ligam a África, o Mediterrâneo ou a Ásia à Europa passam todos pela região de Lisboa, “e Portugal pode oferecer capacidade global em termos de transporte e processamento de dados, bem como projectar, instalar e manter redes de fibra óptica”. O dirigente do TICE avisa que “quanto mais cedo Portugal for membro do SKA mais viável será envolver a indústria portuguesa na sua construção, e já temos pouco tempo”.

O radiotelescópio “vai ser decisivo para o desenvolvimento da Critical Software”, reconhece Paulo Guedes, director de negócios da empresa portuguesa, envolvida em contratos no SKA. A Critical foi atraída “pelo grande impacto do projecto na compreensão do Universo”, por ser “um desafio de engenharia”, pelo tratamento de dados “e pela propriedade intelectual, que vai levar a empresa a formar uma série de engenheiros e que pode ser aplicada noutros projectos”.

Mas, além do tratamento dados, o que vai ficar em Portugal? “Vamos ter plataformas de teste de tecnologia nacional no centro do país, no radiotelescópio de 9 metros de diâmetro de Pampilhosa da Serra, onde em breve será também instalado um espectrógrafo solar (equipamento que realiza um registo fotográfico do espectro luminoso do Sol) da Faculdade de Ciências da Universidade do Porto (FCUP)”, explica Domingos Barbosa. Haverá ainda a criação de protótipos de aplicações de software no Instituto de Telecomunicações e plataformas de teste de antenas e de sensores da tecnologia da Internet das Coisas em Moura e Beja, no Alentejo. Por outro lado, serão actualizadas as antenas de comunicações de satélite da Altice (PT) nos Açores, “para integrarem as redes de antenas europeia e africana e fornecerem serviços de grande distância do SKA”.

Um dos membros do grupo científico de física solar do SKA, Dalmiro Maia, investigador da FCUP envolvido no projecto desde os primeiros estudos em 2002, considera que “na primeira fase as tarefas mais importantes dos investigadores serão o estudo dos pulsares e as ondas gravitacionais”. Estas ondas “serão depois usadas como ferramentas para progredirmos na cosmologia (origem e evolução do Universo) e na gravitação”, conta Dalmiro Maia. Para já, cerca de 30 investigadores portugueses estão envolvidos na engenharia e na ciência do mais poderoso radiotelescópio de sempre.

MSN notícias
Virgílio Azevedo

59: Sessão dupla lunar 26.Ago.2017

A sessão de hoje foi desdobrada em duas – uma às 19:23 horas e outra às 21:52 horas – a primeira com a utilização da tele-objectiva Samyang 500mm com o conversor 2x Dörr (1000mm) e a segunda com a utilização da tele-objectiva Samyang 650-1300mm com o conversor 2x Dörr (2600mm).

E começo com um pequeno vídeo de 1’20” obtido com a tele-objectiva de 2600mm:




PRIMEIRA SESSÃO às 19:23 horas.







Equipamento utilizado nesta sessão:

  • Câmara Canon EOS 760D
  • Teleobjectiva catadióptrica Samyang 500mm
  • Conversor 2x Dörr (utilizada a DF de 1000mm)
  • Disparador remoto Canon RS-60E3
  • Tripé Genesis ABT
  • Cabeça de vídeo Sirui VH-10
  • Cabeça Panorâmica Genesis IR-55QR
  • Lens Rail Sirui TY-350


SEGUNDA SESSÃO às 21:52 horas.







Equipamento utilizado nesta sessão:

  • Câmara Canon EOS 760D
  • Teleobjectiva Samyang 650~1300mm
  • Conversor 2x Dörr (utilizada a DF de 2600mm)
  • Disparador remoto Canon RS-60E3
  • Tripé Genesis ABT
  • Cabeça de vídeo Sirui VH-10
  • Cabeça Panorâmica Genesis IR-55QR
  • Lens Rail Sirui TY-350


[vasaioqrcode]

[SlideDeck2 id=30]

[yasr_visitor_votes size=”medium”]

[powr-hit-counter id=a8ad4449_1503771932581]

 
 

58: Calendário 2017 dos Cursos de A&A

Calendário 2017 dos Cursos de A&A

Os cursos decorrem aos Sábados das 10h00 às 12h30.

Mais Informações

— Veja os detalhes dos Cursos de A&A
— Veja os detalhes sobre Inscrições nos Cursos de A&A

Todos os cursos de A&A disponibilizados pelo OAL/IA são ministrados aos sábados de manhã no Edifício Leste do OAL.

Observatório Astronómico de Lisboa
Tapada da Ajuda
1349-018 Lisboa
Tel.: (+351) 21 361 67 30
Fax: (+351) 21 361 67 50
E-mail: cursos@oal.ul.pt


[vasaioqrcode]

[SlideDeck2 id=30]

[yasr_visitor_votes size=”medium”]

[powr-hit-counter id=7d41e4b3_1503773445604]

 
 

57: Sessão lunar 25.Ago.2017

Céu com nuvens dispersas + PA (ainda era dia) = imagens menos claras…






Equipamento utilizado nesta sessão:

  • Câmara Canon EOS 760D
  • Teleobjectiva catadióptrica Samyang 500mm
  • Conversor 2x Dörr (utilizada a DF de 1000mm)
  • Disparador remoto Canon RS-60E3
  • Tripé Genesis ABT
  • Cabeça de vídeo Sirui VH-10
  • Cabeça Panorâmica Genesis IR-55QR
  • Lens Rail Sirui TY-350


[vasaioqrcode]

[SlideDeck2 id=30]

[yasr_visitor_votes size=”medium”]

[powr-hit-counter id=e00bc804_1503691745718]

 

Translate »