300: Sessão lunar 31.Jan.2018 (2ª. parte)

31012018@22:30, céu limpo, Lua a 100%







Imagens acima obtidas com:

  • Câmara Canon EOS 760D 24.2MP
  • Disparador remoto Canon RS-60E3
  • Telescópio Skywatcher Mak ∅127/1500mm
  • Montagem Equatorial SW EQ3-2
  • Ocular Kson ∅24mm Super Ortho 1,25″ em projecção fotográfica
  • Ocular GSO ∅12mm Super Plossl 1,25″ em projecção fotográfica
  • Filtro planetário #8
  • Filtro polarizante variável
  • Tubos extensores
  • Adaptadores diversos
  • Buscador Skywatcher 9×50 com retícula iluminada

… e depois temos uma lua azul-sangue, numa alegre montagem do tipo que se levanta às 3 ou 4 da matina para fotografar a Lua… 🙂

Montagem de PhotoMoonBackyard





[vasaioqrcode]

[SlideDeck2 id=1831]

[powr-hit-counter id=d27c71ae_1517441109126]

299: Veja o fenómeno da Super Lua Azul de Sangue em directo

NASA vai transmitir tudo a partir das 10h30

A partir das 10h30 desta quarta-feira, a agência espacial norte-americana NASA vai transmitir em direito o fenómeno da Super Lua Azul de Sangue. Para assistir a partir da agência espacial, clique aqui.

Também o Facebook e o YouTube estão preparados para transmitir este fenómeno.

Super Lua Azul de Sangue resulta da sobreposição de uma Super Lua, uma Lua Azul e uma Lua de Sangue. A Super Lua designa uma fase de lua cheia no ponto mais próximo da Terra (o que faz com que apareça mais brilhante), a Lua Azul ocorre na segunda lua cheia num único mês. Já a Lua de Sangue acontece quanto há um eclipse lunar total, o qual apenas será observável na América do Norte, Austrália, Ásia, Rússia e Médio Oriente.


Jornal SOL
31/01/2018


[vasaioqrcode]

[SlideDeck2 id=1831]

[powr-hit-counter id=3a178b35_1517402521277]

 

298: Sessão lunar 31.Jan.2018

31012018@04:00am, céu com alguma nebulosidade, dificuldade na focagem, seguem-se as imagens conseguidas:






Imagens acima obtidas com:

  • Câmara Canon EOS 760D
  • Disparador remoto Canon RS-60E3
  • Telescópio Skywatcher Mak ∅127/1500mm
  • Montagem Equatorial SW EQ3-2
  • Ocular Kson ∅24mm Super Ortho 1,25″ em projecção fotográfica
  • Ocular GSO ∅12mm Super Plossl 1,25″ em projecção fotográfica
  • Ocular GSO CPL ∅42mm 2″ em projecção fotográfica com extensor variável
  • Diagonal dieléctrica GSO 90º  2″
  • Filtro planetário #8
  • Filtro polarizante variável
  • Tubos extensores
  • Adaptadores diversos
  • Buscador Skywatcher 9×50 com retícula iluminada






[vasaioqrcode]

[SlideDeck2 id=1831]

[powr-hit-counter id=62cd6972_1517398622206]

297: Anel adaptador T2

Quem efectua astrofotografia, ou simplesmente fotografia digital, costuma utilizar objectivas que. em vez de baioneta para inserir na câmara, possuem o formato rosca T2. Para que possam ser acopladas às DSLR, estas objectivas necessitam de um anel adaptador T2, o mesmo se passando na astrofotografia, onde este anel, dependendo apenas do modelo e marca de DSLR, une a oculares ou outros acessórios que possuam este tipo de ligação.

No vídeo a seguir, dou uma pequena explicação para e quando por força do uso quer numa ou noutra área, o anel interior do T2 começa a girar, não permitindo o enroscamento perfeito, Esta situação deve-se ao desaperto de uma ou mais dos 3 pontos de aperto desse anel interior ao anel exterior e que são 3 porcas fêmea sextavadas.

Basta uma chave tipo Allen nessa medida para solucionar o problema e o anel T2 ficar pronto a ser usado de novo.




[vasaioqrcode]

[SlideDeck2 id=1831]

[powr-hit-counter id=cfba7299_1517332798484]

 

296: Sessão lunar 30.Jan.2018

Sendo hoje um dia especial que apenas se repetirá daqui a 150 anos, altura em que já não estarei neste planeta para captar nova efeméride, hoje, a sessão começou às 03:30am com estas imagens e irá prolongar-se pelo fim da tarde e novamente de madrugada, altura em que a Lua encontra-se em boa posição para efectuar uns shots, isto se o tempo continuar a permitir.

30012018@03:30am com câmara Nikon Coolpix L120:


30012018@03:40am com câmara Canon EOS 760D e Maksutov 127/1500mm:

 









… e a minha Lua Azul…

(actualização)
30012018@21:30am com câmara Nikon Coolpix L120 e alta nebulosidade:




[vasaioqrcode]

[SlideDeck2 id=1831]

[powr-hit-counter id=a42d47e5_1517318738700]

 

295: Vem aí a primeira Super Lua Azul de Sangue em 150 anos

(CC0/PD) Activedia / pixabay

Há quem tenha vivido a vida inteira sem presenciar o fenómeno incrível que Janeiro nos reservou. Na noite de 31 de Janeiro, os céus vão encher-se com uma Super Lua, uma Lua Azul e uma Lua de Sangue. A última vez que este fenómeno aconteceu foi há 150 anos.

Uma Super Lua, uma lua cheia no ponto orbital mais próximo da Terra, será a última de uma série de três: a primeira aconteceu a 3 de Dezembro e outra a 1 de Janeiro.

Além disso, por ser a segunda lua cheia do mês, o fenómeno é classificado também como uma Lua Azul. Isso acontece a cada dois anos e meio.

De acordo com a NASA, as super-luas são 14% maiores e 30% mais brilhantes que as luas cheias no apogeu, o ponto mais distante da órbita da Terra. Mas calma: estes dois eventos celestes – a Super Lua e a Lua Azul – serão acompanhados por um outro.

(dr) Phil Hart
Mudança de cores da Lua durante um eclipse lunar total (Mt Buffalo National Park, 16 Junho de 2011)

Durante um eclipse, a lua aparece avermelhada por causa da flexão da luz do Sol à volta do nosso planeta. É por isso que as luas totalmente eclipsadas também se chamam “luas de sangue”.

E aqui vai a notícia que torna este evento ainda mais raro: há um eclipse agendado para a mesma altura. Por isso, a NASA baptizou o evento de Super Lua Azul de Sangue.

Segundo o Space.com, a melhor localização para ver o evento é na Ásia Central e Oriental, Indonésia, Nova Zelândia e Austrália. Para a grande maioria incapaz de estar numa destas localidades, porém, ainda há uma maneira de observar o nosso satélite: o projecto The Virtual Telescope realiza uma transmissão em directo pela Internet.

A última vez que estes três eventos aconteceram ao mesmo tempo foi há mais de 150 anos. A última vez que os humanos viram um eclipse total de uma Lua Azul foi a 31 de Março de 1866.


ZAP // Sputnik News / Science Alert
Por ZAP
30 Janeiro, 2018


[vasaioqrcode]

[SlideDeck2 id=1831]

[powr-hit-counter id=a20b4551_1517315226568]

294: Sessão lunar 29.Jan.2018

29012018@20:28. céu limpo, Lua a 96%:








Já não basta a PL dos candeeiros da rua, a vizinhança ainda coloca lâmpadas acesas no exterior dos prédios, sem qualquer necessidade de momento…


Imagens obtidas com:

  • Câmara Canon EOS 760D
  • Disparador remoto Canon RS-60E3
  • Telescópio Skywatcher Mak ∅127/1500mm
  • Montagem Equatorial SW EQ3-2
  • Ocular Kson ∅24mm Super Ortho 1,25″
  • Ocular GSO ∅12mm Super Plossl 1,25″
  • Diagonal dieléctrica GSO 90º  2″
  • Filtro planetário #8
  • Tubos extensores
  • Adaptadores diversos
  • Buscador Skywatcher 9×50 com retícula iluminada





[vasaioqrcode]

[SlideDeck2 id=1831]

[powr-hit-counter id=7b6c46c8_1517263403792]

293: Cómo fotografiar la superluna roja durante el eclipse total

Sendo cliente de uma empresa espanhola do ramo fotográfico, recebo diariamente vários tipos de informação técnica e de novos produtos. Como o espanhol até é fácil de entender, não efectuei a tradução porque percebe-se bem o seu conteúdo. Apesar deste artigo ter sido inserido

Este año [NW: Setembro/2015] no podemos quejarnos en cuanto a fenómenos astronómicos interesantes se refiere, y es que si ya pudimos observar un eclipse de sol el pasado 20 de marzo, ahora nos toca anotar el 28 de septiembre en el calendario para no perdernos otro acontecimiento espectacular: una superluna roja. Es decir, tendrán lugar al mismo tiempo una superluna y un eclipse total de Luna. ¿Te animas a fotografiar este raro y curioso evento? Sigue nuestras recomendaciones y obtendrás excelentes resultados.

Qué son la superluna y la luna roja

Antes de explicarte cómo fotografiar la superluna roja durante el eclipse total, conviene aclarar en qué consiste cada acontecimiento, ya que según la propia NASA es “extremadamente raro. Se trata de la primera vez desde el año 1982 que coinciden estos dos fenómenos y no volverá a suceder hasta 2033”.

El término “superluna” se refiere al efecto que se produce cuando la Luna llena se encuentra en uno de sus puntos más cercanos a la Tierra, donde su diámetro puede parecer hasta un 14% más grande de lo habitual y su aspecto más brillante. Esto se debe a que la trayectoria de la Luna no es circular sino elíptica, y su centro no es el mismo que el de la Tierra, habiendo una diferencia de 50.000 kilómetros entre su posición más lejana (apogeo) y la más cercana (perigeo). Por eso, cuando hay Luna llena en el perigeo se conoce como superluna.

Comparación de luna promedio (izquierda) y superluna (derecha)

Comparación de luna promedio (izquierda) y superluna (derecha)

Por otra parte, el fenómeno “luna roja” o “luna de sangre” se produce durante los eclipses totales de luna, cuando la Tierra se encuentra entre la Luna y el Sol y los tres cuerpos celestes están perfectamente alineados. De esta manera, la Tierra bloquea los rayos solares provenientes del Sol y se produce un cono de sombra que oscurece por completo al satélite, también conocido como umbra. El característico color rojizo de la luna durante un eclipse total se debe a la refracción de la luz solar en las partículas de polvo que hay en la atmósfera.

Esquema de un eclipse de LunaAhora entenderás que la peculiaridad del acontecimiento del 28 de septiembre es la coincidencia de ambos fenómenos: una superluna roja. También podemos llamarlo eclipse total de superluna, ya que es una luna roja a una distancia más pequeña de lo habitual. Este vídeo de la NASA lo explica todo de forma muy visual:

Cómo fotografiar la superluna roja durante el eclipse

Al contrario que los eclipses solares, observar un eclipse lunar no entraña ningún peligro para nuestros ojos y se puede ver a simple vista sin problemas, con prismáticos o un telescopio. Pero si lo que quieres es fotografiar la superluna roja, debes tener en cuenta los siguientes consejos. ¡Toma nota!

Prepárate a tiempo para la hora del eclipse

Tenemos la suerte de que esta superluna roja será visible en toda España, con lo que, si las condiciones atmosféricas acompañan, podremos observarla todas sus fases. Revisa el horario del eclipse para programar la sesión con suficiente antelación y capturar las imágenes que más te interesan.

Fases del eclipse
Madrid (GMT+2)
Inicio Fase Penumbral 02:12
Inicio Fase Parcial 03:07
Inicio Eclipse total
04:11
Máximo del eclipse 04:47
Fin Eclipse total
05:23
Fin Fase Parcial 06:27
Fin Fase Penumbral 07:22

Cada fase del eclipse significa que la luna está en una posición diferente:

  • Inicio Fase Penumbral: la luna empieza a tocar la zona de penumbra.
  • Inicio Fase Parcial: la luna empieza a tocar la zona de umbra.
  • Inicio Fase Total: la luna está dentro de la zona de umbra.
  • Máximo del Eclipse: la luna está en el centro de la zona de umbra.
  • Fin Fase Total: la luna está a punto de empezar a salir de la zoma de umbra.
  • Fin Fase Parcial: la luna sale totalmente de la zona de umbra.
  • Fin Fase Penumbral: la luna sale totalmente de la zona de penumbra.
Animación del eclipse total de superluna del 28 de Septiembre 2015

Busca una localización adecuada

Para hacer fotos de un eclipse lunar no necesitas alejarte de las luces de la ciudad como si fueras a hacer fotografía de estrellas, aunque es recomendable ir a un lugar alto o alejado de la contaminación lumínica para evitar posibles aberraciones ópticas creadas por la luz directa. Una escapada al campo o a la montaña, o incluso una azotea serán buenos sitios desde los que capturar la superluna roja.

Luna roja, por Tim Kelley

Foto: Tim Kelley


Usa un teleobjetivo

Para conseguir fotos espectaculares de la superluna roja a todo detalle vas a necesitar un teleobjetivo del mayor rango focal posible. Cuanto mayor sea la distancia focal, más podrás acercarte a la superficie lunar y más grande parecerá en tus fotos. Los súperteleobjetivos Samyang 500mm, 800mm y 650-1300mm magnifican los sujetos distantes y los acercan, lo que los convierte en ideales para astrofotografía.

Cómo fotografiar la superluna roja durante el eclipse total: súper teleobjetivo zoom Samyang 650-1300mm

Nota: Esta é uma das minhas tele-objectivas, compradas nesta empresa há cerca de dois anos.

Adapta los tiempos de exposición

Lo más complicado de fotografiar la Luna es que se está moviendo todo el tiempo, y a medida que se va produciendo el eclipse también su superficie se va oscureciendo. Esto significa que cada vez vas a necesitar tiempos de exposición más largos y que tendrás que ir adaptándote con cuidado según las circunstancias.

Para no dejar lugar a la improvisación y echar a perder la oportunidad de fotografiar la superluna roja, practica los días previos cómo cambiar rápidamente la velocidad de obturación de tu cámara. A la hora de la verdad, juega con velocidades partir de 1/125, pero ten cuidado con tiempos de exposición largos porque corres el riesgo de capturar el movimiento de la Luna y que esta se vea como una mancha borrosa en medio de la oscuridad.

Luna roja por eclipse total, por Steve Jurvetson

Foto: Steve Jurvetson


Adaptar la velocidad de obturación también implica cambios en la sensibilidad ISO para compensar la exposición y evitar que salga ruido en la imagen. Puedes empezar con una ISO 100 e ir subiendo con cuidado. Una apertura f/8 está bien para empezar, te proporciona una buena profundidad de campo para captar los detalles de la Luna.

Enfoque manual

Para conseguir el mayor nivel de detalle, tienes que enfocar de forma manual al infinito. Ayúdate del Live View de tu cámara para cerciorarte de que los detalles de la superficie de la Luna están bien enfocados.

Utiliza un trípode y un mando a distancia

Para que la superluna roja salga perfectamente nítida es imprescindible el uso del trípode, ya que puede soportar el peso del teleobjetivo acoplado a la cámara y mantener la imagen estable, cosa que sería muy complicada con la cámara a pulso.

El temporizador de la cámara o un mando a distancia también te ayudarán a reducir las posibles vibraciones que se producen a la hora de apretar el disparador. El mando inalámbrico Gloxy METi se puede utilizar a una distancia de hasta 5 metros sin cables, tiene avisos sonoros (que puedes desactivar si quieres) y una pantalla LCD que se ilumina, ideal para este tipo de situaciones.

Dispara en RAW

Como ya sabes, al disparar en RAW obtendrás fotos de mayor calidad que si dispararas en JPEG directamente y, sobre todo, te asegurarás de tener un mayor margen para corregir la exposición de tus tomas.

Crea una secuencia

Además de capturar a la superluna en pleno eclipse, también puedes darle un toque original a tus fotos creando una secuencia con las diferentes fases del eclipse. Para ello, solo tienes que hacer una foto cada cierto intervalo de tiempo en función del número de lunas que quieras incluir en tu montaje final, e integrarlas en una única imagen con un programa de edición.

Superluna roja en diferentes fases del eclipse

Foto: The National Guard


Fotografiar una superluna roja como la del 28 de septiembre es una oportunidad entre pocas, por lo que si quieres conseguir buenos resultados puedes ir practicando estos días y perfeccionar tu técnica haciendo fotos de la Luna. ¡No pierdas la ocasión!

¿Tienes algún otro consejo que aportar para capturar la superluna roja? Te animamos a que compartas tus propias fotos en los comentarios, ¡nos encantaría verlas!

Foto24


[vasaioqrcode]

[SlideDeck2 id=1831]

[powr-hit-counter id=a366bfbd_1517227031132]

292: 2ª. Sessão lunar 28.Jan.2018

Afinal, sempre existiram algumas condições para poder fazer uns shots à Lua com a Nikon Coolpix L120 e a Canon 760D com tele-objectiva de 500mm.
29012018@03:00am, com  Nikon Coolpix L120:


Com Canon EOS 760D e tele-objectiva Samyang 500mm f/6.3:




[vasaioqrcode]

[SlideDeck2 id=1831]

[powr-hit-counter id=bff3d5ee_1517224279051]

 

291: Sessão lunar 28.Jan.2018

Não sei se hoje – ou de madrugada – haverá uma segunda sessão, mas esta deu-me satisfação porque constatei que não são necessários equipamentos xpto para obter imagens razoáveis do que pretendemos. E esta Nikon Coolpix L120 velhota de idade, continua como o vinho do Porto.









[vasaioqrcode]

[SlideDeck2 id=1831]

[powr-hit-counter id=8e4213e8_1517171360749]