673: Marte 2030: Sessão 2 – Ir para Marte

Se não for possível a um ser humano viver em Marte, então poderemos nunca nos libertar do confinamento da Terra. Mas deixar a Terra e viajar até ao planeta vermelho comporta inúmeros desafios tecnológicos e fisiológicos, entre outros.

O que é indispensável para a viagem? Que recursos serão necessários para viver? E como poderemos regressar a casa, ao planeta Terra?

Participe numa conversa com os investigadores Rui Agostinho e Pedro Fevereiro, respectivamente do Instituto de Astrofísica e Ciências do Espaço e Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa (FCUL), e do Instituto de Tecnologia Química e Biológica António Xavier da Universidade Nova de Lisboa (ITQB-NOVA) e Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa. Moderação a cargo de Teresa Firmino (Público).

No final da conversa haverá observações astronómicas com telescópios, sujeita às condições meteorológicas.

O ciclo Marte 2030 é uma co-produção do Instituto de Astrofísica e Ciências do Espaço (IA), do Instituto de Tecnologia Química e Biológica António Xavier da Universidade Nova de Lisboa (ITQB-NOVA), e do Centro Cultural de Belém (CCB).

Bilhetes à venda no website do Centro Cultural de Belém.


Rui Agostinho estuda o impacto do meio ambiente galáctico nas condições para a vida na Terra, como por exemplo os efeitos da radiação produzida pelo final da vida de estrelas massivas na vizinhança do Sol. É membro fundador da Sociedade Portuguesa de Astronomia. É investigador do Instituto de Astrofísica e Ciências do Espaço e do Departamento de Física da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa.

Pedro Fevereiro é Biólogo e dedica-se a usar e desenvolver ferramentas moleculares e celulares para a selecção de plantas em programas de melhoramento, na aplicação de biotecnologia para a investigação e indústria e na divulgação e promoção da cultura científica nessa área. É Presidente do Centro de Informação em Biotecnologia, foi Bastonário da Ordem dos Biólogos e membro do Conselho Nacional de Ética para as Ciências da Viva. É Investigador e líder do laboratório de Biotecnologia de Células Vegetais no ITQB NOVA e Professor Auxiliar com Agregação (ITQB NOVA) na Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa.

Duração:

2 horas

Preço:

Bilhetes: € 2,5. Ciclo completo – 4 sessões: € 8

Inscrição

Bilhetes à venda no website do CCB.

Localização

Centro Cultural de Belém
Praça do Império
Lisboa




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672: Ignite IAstro – Tomar

Os investigadores do Instituto de Astrofísica e Ciências do Espaço (IA) estão a percorrer Portugal e a levar o Universo a vilas e cidades longe dos grandes centros urbanos.

Vamos viajar do Sistema Solar às estrelas e às galáxias, e falar dos instrumentos que nos permitem chegar tão longe.

O formato dos eventos Ignite IAstro permite expor, de modo divertido e acessível, cerca de uma dezena de temas da investigação em ciências do espaço feita em Portugal.

Programa

Vai chover em Vénus amanhã?
Gabriella Gilli

Já sabemos muito sobre a atmosfera da Terra. Sabemos o suficiente para estudarmos a atmosfera de outros planetas, como Vénus e Marte, e pensarmos como deverá ser a sua estrutura. Como é que o conseguimos? E o que é que este conhecimento nos ensina acerca do nosso planeta, e sobre as características de outros planetas semelhantes à Terra?

1001 receitas: exoplanetas
João Faria

As melhores maneiras para encontrar planetas fora do sistema solar, com dicas e instruções detalhadas. Encontre o seu próprio planeta em menos de 5 minutos!

Atmosfera: uma cortina sobre as estrelas
Solène Ulmer-Moll

A atmosfera é essencial à vida, mas torna difícil a observação das estrelas quando utilizamos telescópios muito potentes. A humidade, os ventos, mas também as actividades humanas como a agricultura e a pecuária, alteram continuamente a atmosfera.

Para que os astrónomos possam obter imagens nítidas e corretas dos objectos observados no céu, têm de utilizar diferentes métodos de correcção e adaptação.

A sinfonia das estrelas
Tiago Campante

Muitas das estrelas que vemos no céu nocturno fazem parte de uma autêntica sinfonia estelar, como que de instrumentos musicais se tratassem. Vamos saber como os astrónomos “ouvem” o som das estrelas, usando depois essa informação para medirem com elevada precisão as suas propriedades.

Um Universo cheio de pó
Ciro Pappalardo

Irei mostrar por que o pó, apesar de enlouquecer pessoas em dias de limpeza, é um elemento fundamental para compreender a evolução das galáxias.
O pó dar-nos-á novas dicas para construir um modelo evolutivo das galáxias, mas infelizmente este modelo não servirá para substituir o aspirador, as minhas desculpas.

1, 2, 3, ao infinito e mais além
José Pedro Mimoso

Uma veloz viagem aos confins… e ao início do Universo. Regresso garantido ao fim de cinco minutos.

No início fez-se luz
C. Sofia Carvalho

A luz cósmica transporta informação do Universo primordial e da sua história. É por isso uma sonda poderosa da física do Universo.

Fendas no Universo: as cordas cósmicas
José Correia

No início o Universo era muito quente. Depois terá arrefecido rapidamente. Tal como quando a água congela, existiram regiões independentes que ficaram separadas por fendas filamentares. Vamos saber um pouco sobre a evolução destes ‘defeitos’ e como os poderemos vir a observar.

O Universo dos telescópios
Alexandre Cabral

O Telescópio é um dos instrumentos mais fascinantes criados pelo ser humano. Com ele foi possível alargar os nossos horizontes a limites inimagináveis.
Nesta palestra vamos falar de uma forma muito simples do funcionamento de um telescópio e mostrar imagens dos mais actuais telescópios existente no mundo, utilizados por muitos dos cientistas do IA.


Em cada evento Ignite IAstro, entre oito e dez investigadores do Instituto de Astrofísica e Ciências do Espaço apresentam a sua investigação em apenas cinco minutos cada.
Seguindo o conceito dos eventos Ignite, cada investigador terá de falar a compasso de uma sequência de 20 slides que avança automaticamente a cada 15 segundos.

Pode acompanhar a digressão através da newsletter IAstro, e também no Facebook e no Twitter.

Duração:

1h30

Entrada livre

Localização

Auditório da Biblioteca Municipal António Cartaxo da Fonseca
Alameda dos Templários
Tomar



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671: Mais Perto das Estrelas

Mais perto das Estrelas é um ciclo de observação astronómica mensal, nas noites da 2ª quinta-feira de cada mês, que se realiza ininterruptamente desde o ano 2000 no Planetário do Porto – Centro Ciência Viva.

Às 21h00, o público é convidado a assistir a uma breve demonstração no interior da cúpula do planetário, onde em cerca de 10 minutos se apresentará o céu que se poderá observar nessa noite.

No final da demonstração, sempre que as condições meteorológicas o permitam, o público desloca-se para o exterior do edifício, onde terá lugar observação astronómica com telescópio.

O “Mais Perto das Estrelas” é um evento gratuito, de inscrição obrigatória.

Duração:

1,5 horas

Entrada livre

Inscrição

Inscrições na página do Planetário do Porto – Centro Ciência Viva.

Localização

Planetário do Porto – Centro Ciência Viva
Rua das estrelas S/N
Porto

Como chegar

De carro
GPS: 41.150716, -8.638462

De autocarro (Paragem “Planetário”)
200, 204, 207, 209, 1M


ia – instituto de astrofísica e ciências do espaço



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Missão: Lua – 29.Out.2018

Lua de Hoje

Em que lua estamos?

Lua Decrescente

A lua de hoje está 74.10% visível e está a decrescer. Faltam 2 dias para a fase Quarto Minguante.

Distância da Lua à Terra: 366.229.52 km
Idade da Lua: 19.78 dias
Fase da Lua: Decrescente
Próxima fase da Lua: Quarto Minguante
Visibilidade da Lua: 74.10%

 
29102018@01: 14  (hora de Inverno)






29102018@07:45 am  (hora de Inverno)
Já com luz diurna, céu limpo e Sol a brilhar…





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Missão: Lua – 28.Out.2018

Lua de Hoje

Em que lua estamos?

Lua Decrescente

A lua de hoje está 83.36% visível e está a decrescer. Faltam 3 dias para a fase Quarto Minguante.

Distância da Lua à Terra: 369.210.32 km
Idade da Lua: 18.71 dias
Fase da Lua: Decrescente
Próxima fase da Lua: Quarto Minguante
Visibilidade da Lua: 83.36%

 
28102018@01:42 a.m. (hora de Inverno)

Céu bastante nublado, muita dificuldade em conseguir focar o nosso calhau, mas ainda consegui estas imagens:







28102018@07:19 a.m. (hora de Inverno)
Com o céu mais limpo, ainda consegui estas imagens:







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Missão: Lua – 27.Out.2018

Lua de Hoje

Em que lua estamos?

Lua Decrescente

A lua de hoje está 96.41% visível e está a decrescer. Faltam 5 dias para a fase Quarto Minguante.

Distância da Lua à Terra: 377.577.76 km
Idade da Lua: 16.56 dias
Fase da Lua: Decrescente
Próxima fase da Lua: Quarto Minguante
Visibilidade da Lua: 96.41%

 
27102018@00:19 a.m.







27102018@06:40 a.m.





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Missão: Lua – 25.Out.2018

A meteorologia hoje não permite captar imagens ao nosso calhau… Céu encoberto, nuvens pesadas, penso mesmo que hipótese de chuva… No final da tarde estava assim:

e eu que já tinha instalado o equipamento para a sessão nocturna: câmara Canon EOS 760D + tele-objectiva catadióptrica Samyang ∅95-500mm + 2x tele-converter Dörr Danubia (1.000mm) num rail Sirui + tripé Genesis ABT + rótula Genesis ABH-36


É facto que o nosso calhau ainda não se encontra na posição horária de visionamento, mas parece que existem algumas abertas. Como já fui pescador desportivo e sei o que é estar à espera que o peixe morda o isco… vou aguardar por uma aberta.

E essa aberta surgiu mas não deu para aplicar a Canon + a Samyang dado que “esqueci-me” que este conjunto tem de ser instalado na montagem equatorial SW para poder obter deslocamentos suaves. Fica para a próxima.

Lua de Hoje

Em que lua estamos?

Lua Decrescente

A lua de hoje está 99.35% visível e está a decrescer. Faltam 6 dias para a fase Quarto Minguante.

Distância da Lua à Terra: 382.313.31 km
Idade da Lua: 15.52 dias
Fase da Lua: Decrescente
Próxima fase da Lua: Quarto Minguante
Visibilidade da Lua: 99.35%





26102018@05:21

Com um pouco de sorte à mistura, lá consegui que o calhau se mostrasse depois de ter passado por cima do prédio. O resultado foi este:










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Missão: Lua – 24.Out.2018

Lua de Hoje

Em que lua estamos?

Lua Crescente

A lua de hoje está 99.93% visível e está a crescer. Faltam 0 dias para a fase Lua Cheia.

Distância da Lua à Terra: 387.120.76 km
Idade da Lua: 14.51 dias
Fase da Lua: Crescente
Próxima fase da Lua: Lua Cheia
Visibilidade da Lua: 99.93%

 
24102018@22:25










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Missão: Lua – 23.Out.2018

Lua de Hoje

Em que lua estamos?

Lua Crescente

A lua de hoje está 98.26% visível e está a crescer. Faltam 1 dias para a fase Lua Cheia.

Distância da Lua à Terra: 391.746.66 km
Idade da Lua: 13.52 dias
Fase da Lua: Crescente
Próxima fase da Lua: Lua Cheia
Visibilidade da Lua: 98.26%.

 
23102018@22:42






24102018@05:33 a.m.






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Missão: Lua – 22.Out.2018

Lua de Hoje

Em que lua estamos?

Lua Crescente

A lua de hoje está 94.58% visível e está a crescer. Faltam 2 dias para a fase Lua Cheia.

Distância da Lua à Terra: 395.960.39 km
Idade da Lua: 12.56 dias
Fase da Lua: Crescente
Próxima fase da Lua: Lua Cheia
Visibilidade da Lua: 94.58%

 
22102018@21:23





Observações:

Não possuo um equipamento de topo, nem de média-gama, mas este tubo da Skywatcher poderia oferecer melhor prestação, sendo que hoje de madrugada aproveitei o céu limpo e embora se saiba que esta fase da Lua é negativa para tirar fotos ao nosso calhau, a situação será válida para todos os equipamentos que façam a mesma função. Resumindo, ontem tirei uns bonecos com a Nikon B500 que estão acima expostos e mais tarde, com o SW Mak 127/1500mm, umas em foco primário, outras com diagonal dieléctrica 2″. Nenhuma delas se aproximou do resultado obtido com a Nikon B500, o que me leva a concluir que parece não valer a pena a trabalheira de montar o telescópio, enquadrar o calhau e disparar a câmara. Ficam aqui duas exposições de um e outro sistema para constatar a diferença na qualidade de imagem, ambas no mesmo dia e com um espaço pequeno de tempo.

imagem tirada com o SW Mak 127/1500:

imagem obtida com a Nikon B500:



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