1018: ASTROFOTOGRAFIA CCD DE PAISAGENS LUNARES

 

Deixo de seguida um artigo interessante para quem se dedica a astrofotografia lunar com câmaras CCD:

A utilização de meios digitais para a captura e processamento de imagens lunares veio abrir um novo mundo que anteriormente estava extremamente limitado pelas condições atmosféricas, designadamente aquela que mais contribui para a obtenção de uma imagem nítida e recortada: a turbulência atmosférica. Com o aparecimento das câmaras CCD e mais recentemente com a adaptação de vulgares “webcams”, tornou-se possível a captura de imagens em modo contínuo permitindo mais tarde o processamento digital dos fotogramas. Se considerarmos ainda que a Lua se apresenta como um objecto monocromático ao nosso olho, a utilização de uma câmara monocromática apresenta-se não só como válida como ainda disponibiliza uma maior sensibilidade associada a um menor ruído. A Lua sendo o objecto mais brilhante dos céus nocturnos, permite que a velocidade do obturador seja aumentada o que beneficia imenso a “congelação” da imagem. A utilização de ganhos reduzidos é também essencial para que a aplicação de filtros de processamento (wavelets) não seja limitado pelo aparecimento de ruído na imagem.

O telescópio

Qualquer telescópio é adequado para a realização de Astrofotografia lunar, embora as grandes aberturas tenham a vantagem de disponibilizar uma maior resolução angular. Se considerarmos ainda que um tubo aberto acelera a estabilização térmica do espelho primário, não será um disparate considerarmos que um Newtoniano será uma das melhores opções. Os Catadióptricos surgem também como uma boa alternativa, sempre que os tempos necessários à estabilização térmica dos componentes ópticos sejam devidamente respeitados.

Os filtros

Existem no mercado os mais variados tipos de filtros. Um deles é particularmente interessante considerando que permite minimizar os efeitos da turbulência atmosférica aquando da captura de imagens com o auxílio de uma câmara CCD. Este filtro (IR pass) tem uma transmissão a partir dos 670 nm (no caso do filtro “Baader Planetarium”), ou seja, numa área do espectro onde a turbulência se faz sentir com menor intensidade.Os seguintes gráficos registam a qualidade de dois filmes efectuados na mesma noite com um intervalo de tempo mínimo e usando os mesmos meios, neste caso, um Newton de 8 polegadas f/5 e uma câmara monocromática de 8 bits (Atik-2HS) e ainda uma barlow 2x. Como é visível no gráfico da direita (com filtro), não só a qualidade média é superior, com também as diferenças entre as frames são menores.

A focagem

Quanto maior for a amplificação pretendida, mais critica e difícil será a focagem. Um bom método, será percorrer a focagem numa amplitude suficientemente grande de forma a passar do “in-focus” para o “out-focus” e e seguidamente encurtando esse percurso de focagem até conseguir um “match” para a focagem. Uma boa focagem obriga a um jogo de paciência. Os pontos de referência para a focagem deverão ser os pormenores mais ténues, como pequenas crateras. Formações lunares como grandes crateras ou montanhas não são bons pontos de focagem.Em momentos de turbulência atmosférica muito elevada, a focagem por uma estrela próxima e/ou com a ajuda de uma “hartmman mask” deverá ser uma opção a considerar. O software de captura “Qcfocus” disponibiliza uma ferramenta bastante interessante que permite que a focagem numa estrela seja medida, o que é particularmente útil para olhos menos “clínicos”.

O enquadramento

Uma paisagem lunar carece obviamente de um enquadramento paisagístico muito mais critico do que qualquer outro tipo de Astrofotografia Planetária. Uma paisagem lunar tem diversos pontos de interesse. As crateras, montanhas, vales, mares, falhas geológicas, etc., são formações que enriquecem a imagem final. A própria orientação da imagem não obedece a qualquer requisito, pelo que uma orientação da imagem tomando como referência a linha do horizonte ou terminador pode ser adoptada sem que se esteja a falsear a realidade. Não nos devemos esquecer que no Espaço não existe uma definição clara para “cima” ou “baixo”. Embora a composição da imagem possa ser efectuada posteriormente, há que considerar que independentemente de uma matriz de um CCD tiver uma largura diferente da altura, será sempre preferível orientar a imagem logo no momento da captura sob o risco de mais tarde não ser possível aproveitar a área inicialmente pretendida.

A amplificação

Existe apenas uma regra: Amplificação q.b. A utilização de distâncias focais excessivas deteriora não só a imagem final ao amplificar os efeitos da turbulência atmosférica, como também reduz a quantidade de detalhes que enriquecem uma paisagem lunar. Em contrapartida, a utilização de distâncias focais muito baixas poderá introduzir pormenores indesejados e por conseguinte, tornar a imagem menos atractiva no ponto de vista paisagístico. Um bom compromisso (não sendo uma regra) será fotografar uma área da superfície lunar entre 1.200 km e 1.800 km quando a área fotografada compreender o terminador, ou entre 800 km e 1.200 km quando a área fotografada compreender uma área mais central do disco lunar.

A elevação da Lua relativamente ao horizonte

O ângulo posicional da Lua face ao observador tem uma grande importância nos efeitos da turbulência. Quanto maior for a espessura de atmosfera, mais difícil será obter imagens estáveis. Este é um facto bastante perceptível para o astrónomo amador pelo que a obtenção de imagens quando a Lua se encontra próxima do zénite, será sempre mais recompensadora do que quando se encontra próxima do horizonte.Também a existência de estruturas urbanas tem um efeito prejudicial pelas ondas de calor ascendentes que ocorrem durante a noite e derivadas do arrefecimento dessas mesmas estruturas.

O mito da Lua Cheia

Embora a existência de sombras na Lua realce o contraste de determinadas formações lunares, deverá ser considerado que mesma a ausência de sombras quando a lua atinge a sua fase máxima poderá ser uma boa oportunidade de registar pormenores da superfície que só nestes momentos mostram todo o seu esplendor, tais como os sistemas de raios de Tycho e Copernicus. Também o contraste oferecido entre a superfície fortemente iluminada pelo sol e o horizonte oferecem uma perspectiva única de vista aérea que nem sempre é fácil de obter quando a fase lunar não é suficiente para capturar algumas zonas ricas de detalhe

Imagem da superfície lunar capturada na fase de Lua Cheia. Mário Santiago.

A fase de captura

Existem diversos softwares para captura de imagem. Normalmente utilizo o QCfocus, embora outros possam ser utilizados com resultados semelhantes. As únicas vantagens do Qcfocus baseiam-se na sua simplicidade, utilização gratuita e ainda o facto de disponibilizar uma ferramenta muito útil que permite maximizar a focagem através de uma estrela. A duração de captura deverá ser variável de acordo com as condições atmosféricas do momento. Se for previsível uma taxa de aproveitamento de fotogramas superior a 70%, 90 segundos serão mais que suficientes para o processamento. Uma taxa de 5 fotogramas por segundo é aquela que permitirá uma maior qualidade de imagem. Relações maiores do que 5 fps/seg diminuirão progressivamente a qualidade da imagem (exceptuando as câmaras “firewire”), muito embora possibilitem a captura de um maior número de fotogramas num espaço de tempo mais reduzido. Tomando em consideração que as amplificações utilizadas serão moderadas, um rácio mais reduzido apresentará um melhor compromisso. O ganho da câmara deverá estar no mínimo ou próximo do mínimo. Há que considerar que quanto maior o ganho, maior será o ruído presente na imagem e que quando a imagem estiver a ser processada pretendemos realçar os detalhes em detrimento dos artefactos introduzidos pelo sensor CCD. O modo automático da câmara não deverá ser utilizado sob o risco de existirem ajustes indesejados ao longo da captura e introduzidos por alterações momentâneas da atmosfera. Quando não for possível baixar o ganho para valores próximos do mínimo, poderá ser ajustado o factor “gamma” de forma a compensar a redução do ganho. Um factor “gamma” excessivo poderá dificultar no entanto o equilíbrio de luminosidade aquando do processamento. Após a primeira captura deverá ser efectuado um processamento básico no sentido de identificar alguns ajustes que devam ser efectuados nos “settings” para melhorar a qualidade da imagem que servirá para toda a fase de processamento.

A fase de processamento

Como software de processamento de imagens lunares utilizo invariavelmente o Registax, que sendo gratuito oferece a melhor relação desempenho/simplicidade. A área de alinhamento deverá ser seleccionada preferencialmente numa zona rica em detalhe, como uma cratera de grandes dimensões ou em alternativa, escolhendo uma área maior que inclua várias formações. Áreas de pequeno contraste deverão ser evitadas. A rotina de alinhamento é seguida da optimização do alinhamento inicial, em que o Registax irá fazer os últimos ajustes. Quanto mais linear for a linha azul do gráfico, menores diferenças de alinhamento existirão entre os diversos fotogramas. A fase do “stacking” deverá considerar não só os fotogramas de melhor qualidade, com também minimizar as diferenças. Caso o fotograma escolhido pelo Registax não seja efectivamente o melhor, deverá ser seleccionado o melhor fotograma no menu inicial para que seja repetido todo o processo. Após o “stacking”, há que proceder à aplicação dos filtros e outros ajustes. Deverá ser evitado qualquer exagero nos “wavelets”. Uma boa forma de saber quando parar será quando nos apercebemos que já não adicionamos qualquer detalhe sem “queimar” os picos das formações lunares em excesso. Por último, e caso a imagem ainda o permita, pode-se ainda aplicar um “unsharp” muito suave ou a opção “focus” disponível em alguns softwares de processamento de imagem (Ulead Photo Impact, por exemplo) para acentuar o recorte das formações. Caso tenha existido um deslocamento do enquadramento ao longo da captura, deverá ser recortada a imagem de forma a ignorar os bordos da imagem onde a aplicação dos “wavelets” tenha sido insuficiente ou excessiva.

O resto, é ao gosto do artista…

Registaxhttp://registax.astronomy.net/
QcFocushttp://www.astrosurf.org/astropc/qcam/programme.htm

Por: Mario Santiago
http://astrosurf.com/santiago/
mariosantiago@sapo.pt

Não tendo nem equipamentos, nem acessórios que se assemelhem aos dos astrónomos, nem condições mínimas logísticas para captar imagens lunares em condições, com uma simples DSLR ainda consigo este tipo de “proezas”:





 

895: 06.Jul.2019

 Lisbon, Portugal — Moonrise, Moonset, and Moon Phases
Julho 2019

 

Moon: 21.9%

Waxing Crescent

Current Time: 6 de Jul de 2019, 22:27:51
Moon Direction: 269,17° W
Moon Altitude: 18,84°
Moon Distance: 365.491 km
Next Full Moon: 16 de Jul de 2019 22:38
Next New Moon: 1 de Ago de 2019 4:11
Next Moonset: Tomorrow 0:11

06072019@22:01
Céu limpo embora com algum seeing, mas muito melhor que nos últimos dias.











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805: O maior e mais antigo fenómeno no Sistema Solar vai estar mais brilhante do que nunca

Luis Argerich / Flickr

Após um pôr-do-sol de primavera, aqueles que vivem e observam estrelas em lugares muito escuros frequentemente veem um cone de fraca luz branca a brilhar no céu nocturno ocidental.

Não é a Via Láctea nem poluição luminosa. É chamada de luz zodiacal e vem de uma grande parte do sistema solar. Conhecido como um “crepúsculo falso” na primavera, este brilho semelhante a uma pirâmide também é visível antes do amanhecer no leste, quando é chamado de “falsa aurora”.

Para astro-fotógrafos, esta é uma visão preciosa e fugaz, e esta será uma das melhores semanas do ano para a ver e fotografar no hemisfério norte.

A luz zodiacal é poeira interplanetária antiga. Acredita-se que seja a luz solar reflectindo partículas de poeira e gelo no sistema solar e orbita o sol no mesmo plano que todos os planetas.

Para ver o “falso crepúsculo”, em Março, deve olhar-se para oeste depois de o sol se tiver posto das latitudes do norte. É mais fácil se não houver luar brilhante no céu. “Há uma boa probabilidade de vê-lo do final de Fevereiro até o final de Março – realisticamente tudo que precisa é que não haja nuvens no horizonte”, disse Ollie Taylor, um astro-fotógrafo que leva grupos para fotografar a luz zodiacal e a Via Láctea na primavera no hemisfério norte.

“Ele pode durar cerca de 90 minutos, mas vai e vem rapidamente”, refere Taylor, que recentemente fotografou o fenómeno na Escócia. É mais facilmente perto do Equador e é preciso esperar até que esteja escuro. A luz zodiacal tende a ser visível ao longo da eclíptica, o caminho que o Sol percorre no céu.

É chamado “zodiacal” porque é visível sobre as constelações do zodíaco. Se estiver perto do Equador, a eclíptica dirige-se mais ou menos directamente para o horizonte, o que significa um Sol que se põe rapidamente e um distinto triângulo luminoso zodiacal em forma de cone que se parece com um “V” invertido. Quanto mais longe estiver do Equador, mais baixo e mais angulado será o horizonte.

Qualquer local a cerca de 64 quilómetros de distância de uma cidade com céus escuros é uma boa opção. Isso faz das ilhas e oceanos entre os melhores lugares. As Ilhas Canárias no Atlântico são um dos destinos favoritos nesta época do ano para os astro-fotógrafos, uma vez que as ilhas vulcânicas de La Palma e Tenerife permitem um fácil acesso aos topos das montanhas acima das nuvens.

No hemisfério sul, a luz zodiacal também é visível e é frequentemente fotografada no deserto mais seco do mundo – o Deserto do Atacama, no Chile. A regra de visualização é a mesma, mas os meses mudam: a luz zodiacal é observável no hemisfério sul no leste antes do pôr do sol na primavera (Setembro) e no oeste pós-poente na primavera (Março).

A “falsa aurora” de outono é vista com menos frequência. “É visível antes do nascer do sol no leste, mas a maioria das pessoas não o vê nesta época do ano por causa dos padrões de sono”, remata Taylor.

ZAP // Forbes

Por ZAP
8 Março, 2019



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Missão: Lua – 05.Out.2018

Lua de Hoje

Em que lua estamos?

Lua Decrescente

A lua de hoje está 17.59% visível e está a decrescer. Faltam 4 dias para a fase Lua Nova.

Distância da Lua à Terra: 364.105.23 km
Idade da Lua: 25.46 dias
Fase da Lua: Decrescente
Próxima fase da Lua: Lua Nova
Visibilidade da Lua: 17.59%

 
05102018@07:10 a.m.

A partir de hoje já não serão captadas mais imagens da fase lunar dado que vai entrar em período de Lua Nova e também  porque a luz do dia já não permite um contraste razoável. Logo, ela estará no meu campo de observação cerca das 08:00 a.m., com mais luz de dia que hoje. As primeiras imagens dão para entender a luz de dia já existente às 07:00 a.m.










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Missão: Lua – 04.Out.2018

Lua de Hoje

Em que lua estamos?

Lua Decrescente

A lua de hoje está 27.33% visível e está a decrescer. Faltam 5 dias para a fase Lua Nova.

Distância da Lua à Terra: 363.314.72 km
Idade da Lua: 24.36 dias
Fase da Lua: Decrescente
Próxima fase da Lua: Lua Nova
Visibilidade da Lua: 27.33%

 
04102018@06:21 a.m.







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Missão: Lua – 01.Out.2018

Lua de Hoje

Em que lua estamos?

Lua Decrescente

A lua de hoje está 60.73% visível e está a decrescer. Faltam 1 dias para a fase Quarto Minguante.

Distância da Lua à Terra: 367.800.72 km
Idade da Lua: 21.13 dias
Fase da Lua: Decrescente
Próxima fase da Lua: Quarto Minguante
Visibilidade da Lua: 60.73%

 
01102018@03:40 a.m.







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A Lua de hoje – 22.Set.2018

Em que lua estamos?

Lua Crescente

A lua de hoje está 93.25% visível e está a crescer. Faltam 3 dias para a fase Lua Cheia.

Distância da Lua à Terra: 403.346.71 km
Idade da Lua: 12.29 dias
Fase da Lua: Crescente
Próxima fase da Lua: Lua Cheia
Visibilidade da Lua: 93.25%

 

Céu com algumas nuvens ao cair da noite, mas penso que não é motivo (ainda) para alarme!

Altura não muito indicada para fotografia lunar devido aos 93,25% de preenchimento e forte incidência da luz solar, mas também por isso, hoje decidi trabalhar com o refractor Bresser Messier 102/1000mm em foco primário, com a Canon EOS 760D e os filtros habituais. Já instalado no meu backyard – tive de efectuar umas pequenas afinações no rolamento do hexafoc -, apenas esperando que a Lua surja no pequeno espaço de visão disponível. No piggyback camera holder tenho a Nikon B500 instalada numa Gloxy Z articulada.



22092018@21:57 (sessão única)




… e com esta imagem… esgotaram-se as pilhas…


22092018@22:14 (sessão única)
 


 


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A Lua de hoje – 20.Set.2018

Em que lua estamos?

Lua Crescente

A lua de hoje está 80.76% visível e está a crescer. Faltam 5 dias para a fase Lua Cheia.

Distância da Lua à Terra: 405.497.87 km
Idade da Lua: 10.50 dias
Fase da Lua: Crescente
Próxima fase da Lua: Lua Cheia
Visibilidade da Lua: 80.76%

 
20092018@20:10 (1ª. sessão)







20092018@20:10 (2ª. sessão)







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A Lua de hoje – 19.Set.2018

Em que lua estamos?

Lua Crescente

A lua de hoje está 72.79% visível e está a crescer. Faltam 6 dias para a fase Lua Cheia.

Distância da Lua à Terra: 405.121.72 km
Idade da Lua: 9.61 dias
Fase da Lua: Crescente
Próxima fase da Lua: Lua Cheia
Visibilidade da Lua: 72.79%

 
19092018@20:10 (1ª. sessão)







19092018@23:55 (2ª. sessão)

Sessão com o Mak 127/1500mm com a Canon EOS 760D em foco primário e utilizando os filtros Baader Neodymium & IR Cut + Explore Scientific ND-0.9 e a Barlow Televue Powermate 2.5x








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A Lua de hoje – 18.Set.2018

Em que lua estamos?

Lua Crescente

A lua de hoje está 64.00% visível e está a crescer. Faltam 7 dias para a fase Lua Cheia.

Distância da Lua à Terra: 403.769.43 km
Idade da Lua: 8.72 dias
Fase da Lua: Crescente
Próxima fase da Lua: Lua Cheia
Visibilidade da Lua: 64.00%

 
18092018@20:06 (1ª. sessão):

Céu com alguma nebulosidade como pode verificar-se pela primeira imagem abaixo, muito seeing, focagem pouco precisa. Veremos se mais logo continua a nebulosidade ou o céu limpa.







18092018@23:13 (2ª. sessão):

Céu com alguma nebulosidade e muito seeing. Nesta sessão, utilizei a Canon em foco primário com filtro Baader Neodymium IR & Cut e depois com projecção através de uma ocular Celestron OMNI 9mm Plössl (últimas imagens desta série). Dado que foi a primeira vez que utilizei esta ocular embora a tenha há alguns meses, devido à instabilidade atmosférica o foco não foi conseguido, mas já fiquei a saber o que posso fazer com ela.












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