714: Missão: Lua -13.Dez.2018

Lua de Hoje

Em que lua estamos?

Lua Crescente

A lua de hoje está 31.64% visível e está a crescer. Faltam 2 dias para a fase Quarto Crescente.

Distância da Lua à Terra: 404.695.26 km
Idade da Lua: 5.62 dias
Fase da Lua: Crescente
Próxima fase da Lua: Quarto Crescente
Visibilidade da Lua: 31.64%

 

Ontem não pudemos ver o nosso calhau porque esteve sempre a chover. Aquela chuva miudinha “molha-parvos” que não parou nem deu uma abébia para se ver uma nesga de céu. Hoje, parece que vai pelo mesmo caminho, embora o Sol esteja presente de vez em quando e logo que há CHUVA DE ESTRELAS

13122018@17:26: Vai ser mesmo difícil logo, quer para sacar umas imagens ao nosso calhau, quer para ver a chuva de estrelas… O tempo não está a ajudar… e já esteve a chover novamente…



13122018@18:13

Com um ângulo extremamente difícil, no beiral da janela e com um mini-tripé Genesis com rótula de bola (e para este tipo de trabalho muito pouco preciso em grandes DF’s), consegui numa nesga de céu aberto, apanhar o nosso calhau. Valeu a precisão da Nikon. Não sei é se a nesga vai continuar para observar as Gemínidas mais logo… Mas já não perdi a noite… Mas se não conseguir, aqui fica o link para logo e ao vivo, observarem:


Por enquanto, ficamos com o nosso calhau:




13122018@19:20

Uma hora depois da sessão anterior e já com um ângulo de captação mais confortável, além da câmara estar instalada na montagem EQ-32 com tripé de aço da EQ5, mais estável e com movimentos ultra-suaves, foram captadas as imagens seguintes.





O setup do equipamento para esta sessão:





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713: Olhe para o céu esta noite. Há chuva de estrelas

– Como era de prever, além do céu parcialmente encoberto, a excessiva poluição luminosa de Lisboa, não permite o “luxo” de podermos observar seja o que for…

… isto, se o céu deixar, o que em Lisboa não vai parecer muito provável com as nuvens que se desenham no horizonte e a noite passada de chuva contínua…

A noite de hoje, quinta-feira, para amanhã, será a melhor altura para ver a chuva de meteoros das Gemínidas. Observatório Astronómico de Lisboa recomenda “evitar a poluição luminosa das grandes cidades e procurar um horizonte desimpedido”.

Imagem de arquivo
Foto REUTERS / DADO RUVIC

A chuva de estrelas das Gemínidas, ou seja, a chuva de meteoros das Gemínidas, que começou no dia 4 de Dezembro e vai durar até à próxima segunda-feira, pode ser vista com mais intensidade na madrugada desta sexta-feira.

Mas o Google fez hoje questão de celebrar aquilo que é comummente referido como “chuva de estrelas” com um doodle, que explica que o fenómeno ocorre quando a Terra cruza a órbita de um cometa. No caso das Gemínidas, o fenómeno vem não de um cometa mas de um asteróide, o Faetonte (que vem de Phaethón, filho de Hélios, deus Sol).

Como explica o Observatório Astronómico de Lisboa (OAL), são “os ‘detritos’ deixados por este asteróide os responsáveis pelo enxame de meteoros visível anualmente entre 4 e 17 de Dezembro: o enxame das Gemínidas. O nome deste enxame resulta dos traços das suas estrelas cadentes nos parecerem sair dum ponto da constelação dos Gémeos (o radiante).”

As recomendações do OAL para quem quer assistir ao fenómeno e não se importa de perder horas de sono nas próximas noites são os seguintes: “evitar noites nubladas, a poluição luminosa das grandes cidades e procurar um horizonte desimpedido”.

A observação do pico das Gemínidas, informa ainda o OAL, “ocorre no dia 14 [amanhã] pelas 12h30, com o número bastante elevado de 120 meteoros por hora. Não será possível observar o seu pico porque ocorre durante o dia.”

Em breve terá lugar ainda outra chuva de meteoros, provocada pelo cruzamento da Terra com a órbita do Cometa Tuttle: a das Úrsidas, que decorre anualmente entre 17 e 26 de Dezembro. O OAl avisa que “o dia 22 de Dezembro, é o pico de intensidade máxima desta chuva. O número de estrelas cadentes observado não é muito elevado, apenas de 10 meteoros por hora.” Contudo, a observação será dificultada pelo facto de a lua estar em fase de Lua Cheia.

Diário de Notícias
13 Dezembro 2018 — 11:28



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568: Guia prático para observar a chuva de estrelas desta noite

Nesta noite de quarta-feira a Terra irá cruzar a órbita do cometa Swift-Tuttle, o que vai originar uma “chuva de estrelas”. Saiba quais os melhores locais para a observação e o que deve levar.

Esta semana os portugueses vão poder observar uma chuva de estrelas cadentes causada pelo cometa Swift-Tuttle. Aqui fica um guia-prático para observar as Perseidas.
O que são as Perseidas?
A passagem da Terra pela órbita do cometa “Swift-Tuttle” origina as Perseidas, uma chuva de estrelas cadentes que atinge o seu pico na noite de quarta-feira. Segundo o Observatório Astronómico de Lisboa (OAL), a Terra cruza a órbita do cometa todos os anos em Agosto, atravessando zonas onde permanecem esses detritos.
Onde posso ver?
Os melhores locais para observar esta chuva de estrelas são os afastados das grandes cidades, para fugir à poluição luminosa. Pode por exemplo dirigir-se até à praia, aconselha João Retrê, astrofísico do OAL.
Segundo fonte do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), no interior do país os portugueses terão mais facilidade em observar a chuva de estrelas uma vez que o céu se encontra pouco nublado – ficando mais nublado no litoral do país. A melhor hora para ver a chuva de estrelas será ao inicio da noite no interior do país, norte, centro e sul. Uma vez que no litoral o céu irá ficar nublado ao fim da tarde.
Quando posso ver?
Segundo o site do OAL “não será possível observar o seu máximo em Portugal por ocorrer durante o dia, mas a observação será ainda bastante favorável durante a noite de 12 para 13 de Agosto de 2015”
Olhe para o céu a partir das 23.00 de quarta-feira, quando a constelação de Perseu aparece acima do horizonte a Nordeste e durante a madrugada de quinta-feira. A Lua vai ajudar, pois estará na fase de Lua Nova.
O que levar?
Para observar a chuva de estrelas não precisa de nenhum equipamento. Aliás, João Retrê, do Observatório Astronómico de Lisboa, recomenda a observação a olho nu para que possa ter um ângulo de visão maior e desfrutar do “espectáculo” na sua totalidade. Aconselha-se que leve uma manta para que se possa sentar confortável no chão e, se quiser, um café para acompanhar a chuva de estrelas. Leve também uma camisola mais quente pois, segundo o IPMA, as temperaturas mínimas vão estar entre os 15 e os 20 graus.
Diário de Notícias

DN.pt
12 Agosto 2015 — 00:29



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225: Chuva de estrelas ilumina o céu amanhã

© EPA

Juntamente com as luzes de natal que adornam as cidades nesta altura do ano, no céu também vão ser visíveis mais luzes que o normal, com a última chuva de meteoros significativa do ano.

Este mês a Terra cruza a órbita do asteróide Faetonte e os “detritos” deixados por este corpo celeste são os responsáveis pelo enxame de meteoros que decorre anualmente entre 4 e 17 de Dezembro. O fenómeno é denominado de Gemínidas, uma vez que os traços das estrelas cadentes visíveis no céu parecerem sair de um ponto da constelação dos Gémeos.

De acordo com a astrónoma Susana Ferreira, do Observatório Astronómico de Lisboa, este fenómeno atinge o seu pico na madrugada desta quinta-feira, por volta das 6.30 horas, com um número bastante elevado de meteoros, aproximadamente 120 por hora.

“Amanhã vai ser possível ver esta chuva de meteoros, que será a última (significativa) do ano, porque haverá boas condições de observação”, contou ao JN.

A última chuva de estrelas agendada para 2017 decorre de 17 a 26 de Dezembro, com o cruzamento da Terra com a órbita do cometa Tuttle, e que resultará na chuva de meteoros das Úrsidas. O fenómeno não será, no entanto, muito visível, contando com apenas 10 meteoros por hora.

MSN notícias
Jornal de Notícias
Marta Almeida Fernandes
13/12/2017

Mais uma adenda a esta notícia, com origem no OAL-Observatório Astronómico de Lisboa:

A noite de 13 para 14 de Dezembro será este ano uma boa ocasião de a observar. A constelação dos Gémeos começa a aparecer no horizonte nordeste por volta das 19h (hora de Lisboa), começando a ver-se o radiante que neste dia estará junto à estrela Castor, como se mostra na figura abaixo.  Será uma noite sem Lua, propícia às observações. A Lua nasce pelas 4h mas terá apenas 10% do seu brilho máximo pois está a aproximar-se da fase de Lua nova (que ocorrerá dia 18).  O pico das Gemínidas ocorrerá já de madrugada, pelas 06h30 do dia 14, com um número bastante elevado de 120 meteoros por hora. Nessa altura a constelação estará já próxima do horizonte oeste.

Os apaixonados por este tipo de fenómenos, e os curiosos em geral, poderão nas próximas noites perder algumas horas de sono para apreciar este belo espectáculo. Para as observar aconselhamos evitar a poluição luminosa das grandes cidades e procurar um horizonte desimpedido e naturalmente esperar por um céu sem nuvens.

Fig. 3 – (figura do IMO) mostra o radiante da chuva de meteoros das Gemínidas ao longo do período de actividade.

Nota; “Para as observar aconselhamos evitar a poluição luminosa das grandes cidades e procurar um horizonte desimpedido e naturalmente esperar por um céu sem nuvens.” Difícil, muito difícil, quase missão impossível no meu caso, mas boa sorte, bom céu e boa observação aliado a boas imagens a quem tiver condições para isso.


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