925: LORIGA STAR PARTY

DIVULGAÇÃO

CONVITE para a LORIGA STAR PARTY, na próxima 5ª feira, 8/8/2019, a partir das 18h, na Praia Fluvial de Loriga (Seia), com observação do Sol e do céu nocturno…e com a colaboração da OFIUCO!!!

Loriga
www.jf-loriga.com







888: Passear pela lua sem sair de Portugal

Uma réplica da lua, com sete metros de diâmetro, será montada nos jardins do Palácio do Marquês, em Oeiras, Entre sexta-feira e domingo, os visitantes vão poder passear no Museu da Lua.

Uma das exibições do Museu da Lua foi no festival Maravilhas do Mundo, em Bruxelas
© Direitos reservados

O artista britânico Luke Jerram é o criador do Museu da Lua. “Uma réplica da Lua, com sete metros de diâmetro, construída a partir de imagens de satélite de alta resolução da superfície lunar”, informa a organização. O resultado é uma fusão de imagens e iluminação lunar, complementada por uma banda sonora do compositor britânico Dan Jones. E que será acompanhado de uma programação cultural, aberta ao público.

O Museu da Lua resulta da colaboração entre a Câmara Municipal de Oeiras e a Embaixada do Reino Unido. Será montada uma réplica da Lua nos jardins do Palácio do Marquês, entre os dias 5 e 8 de Julho, um dos eventos que faz parte do Encontro Ciência 2019.

O projecto tem andado a ser apresentado desde 2017 e Luke Jerram não esquece a pergunta de uma menina durante a última exibição no Reino Unido: “Vais devolver a lua quando a exposição terminar?”.

A iniciativa insere-se no âmbito do programa Oeiras Valley, lançado maio, que pretende criar um ecossistema único para a investigação e para os negócios.

O Reino Unido é o país convidado do Encontro Ciência 2019, que terá lugar de 8 a 10 de Julho no Centro de Congressos de Lisboa, e que comemora o 50.º aniversário da chegada do Homem à Lua.

Diário de Notícias
30 Junho 2019 — 23:29




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787: Depois de uma Super Lua de Sangue, vem aí a maior Super Lua de Neve de 2019

Doug Zwick / Flickr

O dia 19 de Fevereiro será perfeito para contemplar mais um eclipse do satélite natural da Terra. Depois da Super Lua de Sangue, vem aí a Super Lua de Neve.

Este é o nome dado no hemisfério norte à primeira Lua cheia de Fevereiro, época das tempestades de neve nesta região.

O evento não é tão raro como o fenómeno astronómico do mês passado, um eclipse lunar total que coincidiu com a Lua estar no ponto mais próximo da Terra. Mas será imperdível, pois será a maior Super Lua do ano — e a estimativa é que só em 2026 o satélite apareça tão grande como terça-feira.

O fenómeno será visível na terça-feira (19 de Fevereiro) e a Lua estará na sua plenitude enquanto estiver a uma distância de cerca de 340 mil quilómetros da Terra — 27,4 mil quilómetros mais próxima que a distância média, de acordo com o USA Today. A Super Lua ficará especialmente bonita durante o seu “nascimento” pelas 18h17 (hora de Lisboa).

A Super Lua ocorre quando a Lua cheia coincide com o perigeu lunar, que faz com que a Lua pareça 14% maior e 30% mais brilhante do que o normal.

“Quando a Lua cheia aparece no perigeu [o ponto mais próximo da Terra] é ligeiramente mais brilhante e maior do que uma Lua cheia normal — e é aí que obtemos uma Super Lua”, explica a NASA.

Conhecida já há milhares de anos, a Lua de Neve também é chamada de Lua de Tempestade e Lua de Fome. Entre as tribos indígenas norte-americanas, a Super Lua de Fevereiro era usada para acompanhar as mudanças das estações.

Uma famosa edição americana, chamada “The Old Farmer’s Almanac”, indica que os povos indígenas do sudeste da América do Norte se referiam ao satélite natural de Fevereiro como a “Lua de Osso”.

“A Lua de Osso significava que havia tão pouca comida que as pessoas roíam ossos e comiam sopa de medula óssea“, explica o almanaque.

Além disso, o novo eclipse lunar acontecerá um mês após a Super Lua de Sangue, ocorrida no dia 21 de Janeiro e que foi visível no mundo inteiro, dando origem a uma variedade de profecias baseadas em previsões bíblicas.

Espera-se que a próxima Super Lua ocorra no dia 21 de Março, mas não será tão grande como a Lua de Neve.

ZAP // Sputnik News
Por ZAP
18 Fevereiro, 2019

Eclipse total da Lua (Lua de Sangue) ocorrido em Janeiro 2019 e captado pelo autor deste Blogue e do Blogue Eclypse:




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754: O mundo de olhos no céu: imagens do eclipse da Super Lua Vermelha

Fenómeno acabou já de manhã, às 7.48, quando a Lua deixou por completo a sombra da Terra.

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Foi uma noite – ou já dia, noutras partes do globo – que fez as delícias dos astrónomos, profissionais ou amadores. É que houve uma rara conjugação de três fenómenos lunares que criaram as condições perfeitas para fotografias extraordinárias: à entrada do satélite natural da Terra na fase de Lua Cheia, juntou-se a sua passagem pela zona mais escura da sombra terrestre e a chegada da Lua ao perigeu, o ponto mais próximo que atinge no seu percurso à volta da Terra. Tivemos pois uma Super Lua (14% maior e 30% mais brilhante) Vermelha, com um eclipse.

A Lua começou a entrar na penumbra da Terra às 2.35 desta madrugada (hora de Lisboa), mas só entre as 4.41 e as 5.44 ficou completamente na sombra terrestre. O máximo do eclipse deu-se às 5.12 e, passados 4 minutos, pelas 5.16 ocorreu o instante da fase de Lua Cheia.

No total, foram pouco mais de cinco horas de um fenómeno que acabou já de manhã, às 7.48, quando a Lua ficou completamente fora da sombra da Terra. Para quem não conseguiu seguir o fenómeno, ficam os registos de vários pontos do mundo, em especial na Europa e Américas.

Diário de Notícias
21 Janeiro 2019 – 09:22

– Desconheço o motivo, mas é tremendamente LAMENTÁVEL que o Diário de Notícias, NÃO TIVESSE PUBLICADO uma única foto de uma qualquer cidade de Portugal, referente a este fenómeno!!! Dada a inexistência de uma imagem do Eclipse total da Lua de 21 do corrente, como fotógrafo lunar, publico a seguir as minhas imagens deste acontecimento:

Lisboa, Portugal
© F. Gomes – Blogue Eclypse


Lisboa, Portugal
© F Gomes – Blogue Eclypse


Lisboa, Portugal
© F Gomes – Blogue Eclypse


Lisboa, Portugal
© F Gomes – Blogue Eclypse


Lisboa, Portugal
© F Gomes – Blogue Eclypse


Lisboa, Portugal
© F Gomes – Blogue Eclypse


Lisboa, Portugal
© F Gomes – Blogue Eclypse


Lisboa, Portugal
© F Gomes – Blogue Eclypse


Lisboa, Portugal
© F Gomes – Blogue Eclypse

Estas e outras fotografias e vídeos poderão ser vistos no seguinte endereço: https://inforgom.pt/eclypseastronomy/2019/01/21/missao-eclipse-da-lua-21-jan-2018/

… e também se pode arranjar umas fotos “artísticas”, sem montagem, ao natural, embora obtida noutra sessão anterior:

Lisboa, Portugal
© F Gomes – Blogue Eclypse


Lisboa, Portugal
© F Gomes – Blogue Eclypse




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672: Ignite IAstro – Tomar

Os investigadores do Instituto de Astrofísica e Ciências do Espaço (IA) estão a percorrer Portugal e a levar o Universo a vilas e cidades longe dos grandes centros urbanos.

Vamos viajar do Sistema Solar às estrelas e às galáxias, e falar dos instrumentos que nos permitem chegar tão longe.

O formato dos eventos Ignite IAstro permite expor, de modo divertido e acessível, cerca de uma dezena de temas da investigação em ciências do espaço feita em Portugal.

Programa

Vai chover em Vénus amanhã?
Gabriella Gilli

Já sabemos muito sobre a atmosfera da Terra. Sabemos o suficiente para estudarmos a atmosfera de outros planetas, como Vénus e Marte, e pensarmos como deverá ser a sua estrutura. Como é que o conseguimos? E o que é que este conhecimento nos ensina acerca do nosso planeta, e sobre as características de outros planetas semelhantes à Terra?

1001 receitas: exoplanetas
João Faria

As melhores maneiras para encontrar planetas fora do sistema solar, com dicas e instruções detalhadas. Encontre o seu próprio planeta em menos de 5 minutos!

Atmosfera: uma cortina sobre as estrelas
Solène Ulmer-Moll

A atmosfera é essencial à vida, mas torna difícil a observação das estrelas quando utilizamos telescópios muito potentes. A humidade, os ventos, mas também as actividades humanas como a agricultura e a pecuária, alteram continuamente a atmosfera.

Para que os astrónomos possam obter imagens nítidas e corretas dos objectos observados no céu, têm de utilizar diferentes métodos de correcção e adaptação.

A sinfonia das estrelas
Tiago Campante

Muitas das estrelas que vemos no céu nocturno fazem parte de uma autêntica sinfonia estelar, como que de instrumentos musicais se tratassem. Vamos saber como os astrónomos “ouvem” o som das estrelas, usando depois essa informação para medirem com elevada precisão as suas propriedades.

Um Universo cheio de pó
Ciro Pappalardo

Irei mostrar por que o pó, apesar de enlouquecer pessoas em dias de limpeza, é um elemento fundamental para compreender a evolução das galáxias.
O pó dar-nos-á novas dicas para construir um modelo evolutivo das galáxias, mas infelizmente este modelo não servirá para substituir o aspirador, as minhas desculpas.

1, 2, 3, ao infinito e mais além
José Pedro Mimoso

Uma veloz viagem aos confins… e ao início do Universo. Regresso garantido ao fim de cinco minutos.

No início fez-se luz
C. Sofia Carvalho

A luz cósmica transporta informação do Universo primordial e da sua história. É por isso uma sonda poderosa da física do Universo.

Fendas no Universo: as cordas cósmicas
José Correia

No início o Universo era muito quente. Depois terá arrefecido rapidamente. Tal como quando a água congela, existiram regiões independentes que ficaram separadas por fendas filamentares. Vamos saber um pouco sobre a evolução destes ‘defeitos’ e como os poderemos vir a observar.

O Universo dos telescópios
Alexandre Cabral

O Telescópio é um dos instrumentos mais fascinantes criados pelo ser humano. Com ele foi possível alargar os nossos horizontes a limites inimagináveis.
Nesta palestra vamos falar de uma forma muito simples do funcionamento de um telescópio e mostrar imagens dos mais actuais telescópios existente no mundo, utilizados por muitos dos cientistas do IA.


Em cada evento Ignite IAstro, entre oito e dez investigadores do Instituto de Astrofísica e Ciências do Espaço apresentam a sua investigação em apenas cinco minutos cada.
Seguindo o conceito dos eventos Ignite, cada investigador terá de falar a compasso de uma sequência de 20 slides que avança automaticamente a cada 15 segundos.

Pode acompanhar a digressão através da newsletter IAstro, e também no Facebook e no Twitter.

Duração:

1h30

Entrada livre

Localização

Auditório da Biblioteca Municipal António Cartaxo da Fonseca
Alameda dos Templários
Tomar



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573: Ignite IAstro – Oliveira do Hospital


Os investigadores do Instituto de Astrofísica e Ciências do Espaço (IA) estão a percorrer Portugal e a levar o Universo a vilas e cidades longe dos grandes centros urbanos.

O formato dos eventos Ignite IAstro permite expor, de modo divertido e acessível, cerca de uma dezena de temas da investigação em ciências do espaço feita em Portugal.

Vamos viajar das estrelas às galáxias e aos confins do Universo, e falar dos instrumentos que nos permitem chegar tão longe.

Programa

Espreitar para dentro do berço das estrelas
Pedro Palmeirim

As estrelas nascem em nuvens extremamente compactas e frias compostas por gás e por poeira, que obscurece toda a luz visível. Contudo, comprimentos de onda como o infravermelho revelam-nos o brilho destas nuvens, invisível a olho nu.

Em poucos minutos, vamos observar a nossa Galáxia através dos olhos dos astrónomos, e aprender como a matéria fria destas nuvens se transforma no céu estrelado que todos conhecemos.

[Título a anunciar em breve]
João Camacho

Galaxódromo
José Afonso

Galaxódromo é um autódromo de galáxias. Vou mostrar um pouco sobre o que é que nós sabemos sobre as galáxias, como é que pensamos que elas se terão formado e evoluído ao longo dos 14 mil milhões de anos que tem o Universo, e com que instrumentos as conseguimos estudar.

Astrobytaites
Ana Afonso

Sabia que, para compreender como as galáxias evoluíram ao longo da história do Universo, precisaríamos de uma pessoa a analisar uma galáxia diferente a cada segundo e durante pelo menos 32 anos? Não parece uma tarefa fácil, mas você pode ajudar!

Vou contar-lhe como pode usar o seu computador, tablet ou smartphone para explorar o Universo.

O ciclo da vida, da célula à galáxia
Leandro Cardoso

Uma das preocupações da ciência consiste em reconhecer padrões entre fenómenos. É por isso de particular interesse quando um destes padrões se repete no Universo a escalas físicas diferentes, revelando, por exemplo, o que há de comum entre uma célula e uma galáxia.

No início fez-se luz
C. Sofia Carvalho

Vamos fazer uma biografia da Luz em 5 minutos.

Turbilhões no espaço-tempo
Francisco Cabral

A teoria da Relatividade Geral de Einstein prevê que as estrelas e os planetas em rotação “torçam” o espaço-tempo à sua volta segundo um fenómeno chamado gravito-magnetismo.

Vamos explorar a missão Gravity Probe B que conseguiu medir o campo gravito-magnético da Terra e revelou o dinamismo do tecido do espaço-tempo tal como previam as equações de Einstein.

[Título a anunciar em breve]
David Alves

O Espaço: a última fronteira
Mário Monteiro

O acesso ao Espaço abriu novas oportunidades aos Astrónomos, permitindo observar e estudar o Universo de formas que nos são inacessíveis a partir do solo. Portugal, através da Agência Espacial Europeia (ESA) também participa nesta aventura.

Iremos viajar pelos grandes projectos científicos da ESA, incluindo aqueles em que Portugal está envolvido, e que estão a abrir novas fronteiras do conhecimento em Astronomia e Astrofísica. O céu já não é o limite!


Em cada evento Ignite IAstro, entre oito e dez investigadores do Instituto de Astrofísica e Ciências do Espaço apresentam a sua investigação em apenas cinco minutos cada. Seguindo o conceito dos eventos Ignite, cada investigador terá de falar a compasso de uma sequência de 20 slides que avança automaticamente a cada 15 segundos.

Conheça o calendário da digressão na página do projecto.

Pode acompanhar a digressão através da newsletter IAstro, e também no Facebook e no Twitter.

Duração:

1h 30m

Entrada livre

Localização

Casa da Cultura César de Oliveira
Rua do Colégio,
Oliveira do Hospital



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474: AstroCosmos: Aprender na Escola, no Campo e na Cidade, no Céu de Portugal

 

Este é o projecto que submeti ao Orçamento Participativo Portugal. Tem o #582 e podem votar em https://opp.gov.pt/proj/582

É um projecto pela Astronomia com o público mas dando muita ênfase às Escolas, à formação dos alunos e professores — DIVULGUEM —.

Vai tirar partido da posição privilegiada de instituições de divulgação científica, os CCVs, apoiadas por uma instituição do Ensino Superior em Lisboa, com muita competência em Astronomia.

Um CCV deve estar sediado em Lisboa, com uma localização de eleição e infraestruturas muito boa. Permitirá a observação do Sol e da Lua integradas nas sessões públicas regulares, onde as Escolas têm um assento preferencial.

O complemento perfeito está na excelente qualidade do céu no alentejano, a Sul de Grândola, num CCV onde aflui muito público com regularidade e onde se farão observações astronómicas no grande telescópio de 45 cm, Ritchey-Chrétien com montagem equatorial de garfo. Para além dum óptima câmara de CCD+filtros+espetroscópio, também será usado nas suas actividades regulares de observação do Sol (branco e Halfa), da Lua e dos planetas.

Os objectivos estão resumidos neste curto texto mas irei explicar nas próximas semanas.

Já está a votação o nosso projecto no OPP: é o #582. Pode votar nele em: https://opp.gov.pt/proj/582

Aproveitando infraestruturas já existentes, propõe-se a instalação duma estrutura de observação astronómica que contribuirá para a educação formal e não formal, assim como para a comunicação e divulgação da ciência e tecnologia. O projecto também pretende dar cobertura e relevo aos eventos astronómicos com impacto popular com recurso a acções públicas, nomeadamente através da Internet, para que, de uma forma inclusiva e de máxima acessibilidade, contribua para a melhoria da literacia científica.

Esta instalação deve tirar partido das capacidades existentes em três pólos de cariz científico: um no Alentejo e dois em Lisboa. Os pólos devem reunir instituições competentes na formação científica a diversos níveis (Superior é obrigatório), mas também na divulgação da Ciência. Na parte observacional no Alentejo é fundamental que se utilize um telescópio que satisfaça requisitos de grande qualidade: ter pelo menos 45 cm de diâmetro no espelho principal, configuração óptica do tipo Ritchey-Chrétien e montagem equatorial em garfo, de modo a poder tirar partido da excelente qualidade do céu alentejano, a Sul de Grândola, onde se reúnem características atmosféricas e antrópicas óptimas, principalmente para a observação astronómica nocturna.

Há instituições de Ensino Superior em Lisboa que possuem recursos físicos e humanos que têm capacidade para a concretização deste objectivo: tanto na infraestrutura tecnológica bem como nas excelentes competências científico-pedagógicas na área da Astronomia, crucial no projecto. Por outro lado, as outras instituições devem ter competências em divulgação científica para o grande público, já ter instrumentos de observação, infraestruturas de apoio e espaços de qualidade reconhecida para estas actividades. São candidatos perfeitos instituições de Ensino Superior e Centros Ciência Viva.

O projecto é composto por duas grandes partes:

A— A instalação de telescópios já existentes, melhorados com a aquisição do equipamento acessório/complementar e necessário às observações astronómicas, nos diferentes tipos, tanto em Lisboa como no Alentejo.

B— O desenvolvimento e concretização das actividades em si:

i) Observação astronómica em Lisboa e no Alentejo, integradas em sessões públicas regulares, mas que podem ser partilhadas via Internet;

ii) Projectos de astronomia com as escolas, com fins educativos na área das ciências. Os projectos podem contemplar um ensino mais desenvolvido, explorando componentes, tais como: obtenção de imagem e fotometria para estudar planetas extra-solares, estudo de estrelas variáveis, trânsitos de planetas no Sol , ocultações de estrelas pelos asteróides, obtenção de espectros para classificação estelar, medição de velocidades radiais de estrelas, além da aprendizagem de técnicas de fotografia astronómica digital. Estes projectos deverão ter sempre o envolvimento de uma instituição de Ensino Superior com reconhecidas competências na área da Astronomia, garantindo a qualidade científica e pedagógica dos mesmos.

iii) Divulgação científica de qualidade associada aos eventos astronómicos de cariz mais popular, também com observação astronómica local e difusão via Internet.
Este projecto procura usar o fascínio pela Astronomia e pretende tirar partido da posição privilegiada de instituições de divulgação científica, apoiadas por uma instituição de Ensino Superior. Uma sediada em Lisboa, com uma localização de eleição e infraestruturas muito boas, permitirá a observação do Sol e da Lua integradas nas sessões públicas regulares, onde as Escolas têm um assento preferencial. O complemento perfeito está na excelente qualidade do céu no alentejano, a Sul de Grândola, numa instituição onde deve afluir muito público com regularidade e onde se farão observações astronómicas no grande telescópio, também para as suas actividades regulares.

Com estes dois pólos cria-se a capacidade de proporcionar, nos eventos astronómicos de massas, uma comunicação científica de qualidade: as imagens obtidas em tempo real e os comentários dos especialistas serão partilhados via Internet. Esta partilha será utilizada gratuitamente por qualquer outra entidade que localmente queira fazer o seu evento, potenciando-se assim a Educação e a Cidadania do Conhecimento em todo o país.

O projecto proporcionará igualmente a construção de uma base de dados de imagens que serão colocadas à disposição das escolas e dos professores, assim como de outras instituições, ou mesmo do cidadão comum. Esta base de dados facultará a acesso a imagens devidamente interpretadas e descritas para uso lúdico, de formação ou de educação.

Prazo de execução: este projecto AstroCosmos é para ser implementado no terreno durante o primeiro ano e lançado em pleno com as suas actividades, no prazo máximo de 2 anos.

Investimento: de acordo com o estudo feito e que contempla estimativas do custo de todo o equipamento necessário e respectiva instalação, o projecto tem um investimento total de 224.500 €.

Proponentes do projecto
  • Rui Jorge Lourenço Santos Agostinho


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