1119: As Gemínidas em 2019

Neste fim-de-semana ocorre a máxima actividade do enxame de meteoros das Gemínidas, que tem o radiante perto da estrela Castor na constelação de Gémeos. No entanto, a lua quase cheia (pois o instante de Lua Cheia ocorreu no dia 12 às 05h12min) estará no céu junto à constelação de Gémeos, o que significa que os meteoros mais fracos serão obscurecidos pela luz da lua e que a contagem total será reduzida drasticamente. Em vez de ver 60 ou mais meteoros por hora, estima-se que a contagem seja de cerca de 20 por hora.

Mesmo com este número mais reduzido e a perspectiva de uma noite fria de Dezembro, valerá sempre a pena a observação para os apaixonados por este tipo de fenómenos, que poderão nas noites de dia 13 e 14 perder algumas horas de sono para apreciar este belo espectáculo. Estes meteoros têm uma particularidade em relação à maioria dos meteoros que é a de serem coloridos.

O pico em Portugal decorre entre as 19 horas e as 23 horas no dia 14 de Dezembro de 2019. No início deste período serão visíveis longos rastos de meteoros vindos do horizonte nordeste, alguns dos quais irão percorrer toda a extensão do céu de Norte a Sul.

Com o passar das horas, o ponto radiante sobe mais alto no céu e os meteoros começarão a penetrar mais profundamente na atmosfera, ficando então os rastos mais curtos e com menor duração, se bem que a observação seja mais fácil nessa altura (por volta das 22 horas) por a constelação de Gémeos estar mais alta no céu.

Não perca então esta ocasião para ver ou rever as Gemínidas que são frequentemente brilhantes e intensamente coloridas.

Fig. 1 – Céu visível às 19:20 horas do dia 14 de Dezembro em Lisboa mostrando a constelação de Gémeos e as estrelas mais brilhantes Capela, Aldebarã, Altair e Vega.

Fig. 2 – Céu visível às 22 horas do dia 14 de Dezembro em Lisboa mostrando a constelação de Gémeos e a Lua.

Nota: O enxame de meteoros das Gemínidas decorre anualmente entre 4 e 17 de Dezembro quando a Terra cruza a órbita do Asteróide Faetonte e são os “detritos” largados por este asteróide os responsáveis pelo enxame de meteoros das Gemínidas. O nome deste enxame resulta dos traços das suas estrelas cadentes nos parecerem sair dum ponto da constelação dos Gémeos (o radiante).

Conselhos: ir para um local escuro, fora das luzes dos centros populacionais, com um horizonte desimpedido; esperar que os olhos se habituem à obscuridade (cerca de 30 minutos), agasalhar-se bem, e para maior comodidade levar uma cadeira.

Se o céu se apresentar límpido terá uma maravilhosa visão do céu. Ver-se-á as maravilhosas estrelas e constelações de Inverno já aparecerão em todo o seu esplendor: Aldebarã e as Plêiades do Touro, a linda Capela muito alta e os Gémeos Castor e Pólux.

Para obter mais informação sobre os “Enxames de Meteoróides” consulte no nosso site a página Almanaques/Outros elementos

Observatório Astronómico de Lisboa
Tapada da Ajuda
1349-018 Lisboa
PORTUGAL

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714: Missão: Lua -13.Dez.2018

Lua de Hoje

Em que lua estamos?

Lua Crescente

A lua de hoje está 31.64% visível e está a crescer. Faltam 2 dias para a fase Quarto Crescente.

Distância da Lua à Terra: 404.695.26 km
Idade da Lua: 5.62 dias
Fase da Lua: Crescente
Próxima fase da Lua: Quarto Crescente
Visibilidade da Lua: 31.64%

 

Ontem não pudemos ver o nosso calhau porque esteve sempre a chover. Aquela chuva miudinha “molha-parvos” que não parou nem deu uma abébia para se ver uma nesga de céu. Hoje, parece que vai pelo mesmo caminho, embora o Sol esteja presente de vez em quando e logo que há CHUVA DE ESTRELAS

13122018@17:26: Vai ser mesmo difícil logo, quer para sacar umas imagens ao nosso calhau, quer para ver a chuva de estrelas… O tempo não está a ajudar… e já esteve a chover novamente…



13122018@18:13

Com um ângulo extremamente difícil, no beiral da janela e com um mini-tripé Genesis com rótula de bola (e para este tipo de trabalho muito pouco preciso em grandes DF’s), consegui numa nesga de céu aberto, apanhar o nosso calhau. Valeu a precisão da Nikon. Não sei é se a nesga vai continuar para observar as Gemínidas mais logo… Mas já não perdi a noite… Mas se não conseguir, aqui fica o link para logo e ao vivo, observarem:


Por enquanto, ficamos com o nosso calhau:




13122018@19:20

Uma hora depois da sessão anterior e já com um ângulo de captação mais confortável, além da câmara estar instalada na montagem EQ-32 com tripé de aço da EQ5, mais estável e com movimentos ultra-suaves, foram captadas as imagens seguintes.





O setup do equipamento para esta sessão:





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713: Olhe para o céu esta noite. Há chuva de estrelas

– Como era de prever, além do céu parcialmente encoberto, a excessiva poluição luminosa de Lisboa, não permite o “luxo” de podermos observar seja o que for…

… isto, se o céu deixar, o que em Lisboa não vai parecer muito provável com as nuvens que se desenham no horizonte e a noite passada de chuva contínua…

A noite de hoje, quinta-feira, para amanhã, será a melhor altura para ver a chuva de meteoros das Gemínidas. Observatório Astronómico de Lisboa recomenda “evitar a poluição luminosa das grandes cidades e procurar um horizonte desimpedido”.

Imagem de arquivo
Foto REUTERS / DADO RUVIC

A chuva de estrelas das Gemínidas, ou seja, a chuva de meteoros das Gemínidas, que começou no dia 4 de Dezembro e vai durar até à próxima segunda-feira, pode ser vista com mais intensidade na madrugada desta sexta-feira.

Mas o Google fez hoje questão de celebrar aquilo que é comummente referido como “chuva de estrelas” com um doodle, que explica que o fenómeno ocorre quando a Terra cruza a órbita de um cometa. No caso das Gemínidas, o fenómeno vem não de um cometa mas de um asteróide, o Faetonte (que vem de Phaethón, filho de Hélios, deus Sol).

Como explica o Observatório Astronómico de Lisboa (OAL), são “os ‘detritos’ deixados por este asteróide os responsáveis pelo enxame de meteoros visível anualmente entre 4 e 17 de Dezembro: o enxame das Gemínidas. O nome deste enxame resulta dos traços das suas estrelas cadentes nos parecerem sair dum ponto da constelação dos Gémeos (o radiante).”

As recomendações do OAL para quem quer assistir ao fenómeno e não se importa de perder horas de sono nas próximas noites são os seguintes: “evitar noites nubladas, a poluição luminosa das grandes cidades e procurar um horizonte desimpedido”.

A observação do pico das Gemínidas, informa ainda o OAL, “ocorre no dia 14 [amanhã] pelas 12h30, com o número bastante elevado de 120 meteoros por hora. Não será possível observar o seu pico porque ocorre durante o dia.”

Em breve terá lugar ainda outra chuva de meteoros, provocada pelo cruzamento da Terra com a órbita do Cometa Tuttle: a das Úrsidas, que decorre anualmente entre 17 e 26 de Dezembro. O OAl avisa que “o dia 22 de Dezembro, é o pico de intensidade máxima desta chuva. O número de estrelas cadentes observado não é muito elevado, apenas de 10 meteoros por hora.” Contudo, a observação será dificultada pelo facto de a lua estar em fase de Lua Cheia.

Diário de Notícias
13 Dezembro 2018 — 11:28



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707: Na próxima semana há uma das chuvas de meteoros mais intensas do ano

Sexta-feira, dia 14 de Dezembro, vai acontecer uma das chuvas de meteoros mais intensas do ano e será visível em Portugal. Fique a saber quais são as melhores horas para observar este fenómeno astronómico.

No próximo dia 14 de Dezembro, sexta-feira, vai acontecer uma das chuvas de meteoros mais intensas do ano, com uma média de 120 meteoros por hora. Para assistir a este fenómeno astronómico só tem de olhar para o céu entre as 20h00 do dia 13, quinta-feira, e as 17h00 do dia 14.

«O pico de actividade está previsto para cerca do meio-dia, mas não desesperem, porque a Geminíadas são conhecidas por manter o número de meteoros por hora próximo do máximo durante quase um dia», explica Ricardo Cardoso Reis, do Planetário do Porto e Instituto de Astrofísica e Ciências do Espaço, ao site Sul Informação.

Dois dias depois poderá também ter a sorte de ver o cometa 46P/Wirtanen, que passa no ponto de maior aproximação da Terra, na sua órbita de 5,4 anos à volta do Sol.

»Será a altura em que o cometa estará mais brilhante no nosso céu nos próximos 20 anos. Na realidade, as projecções para o brilho deste cometa apontam para uma magnitude no máximo de 3, o que o coloca ao alcance da visualização a olho nu», acrescenta o especialista que, ainda assim, recomenda a utilização de binóculos para melhor observar o cometa.

Diário de Notícias
Cátia Carmo
08/12/2018



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225: Chuva de estrelas ilumina o céu amanhã

© EPA

Juntamente com as luzes de natal que adornam as cidades nesta altura do ano, no céu também vão ser visíveis mais luzes que o normal, com a última chuva de meteoros significativa do ano.

Este mês a Terra cruza a órbita do asteróide Faetonte e os “detritos” deixados por este corpo celeste são os responsáveis pelo enxame de meteoros que decorre anualmente entre 4 e 17 de Dezembro. O fenómeno é denominado de Gemínidas, uma vez que os traços das estrelas cadentes visíveis no céu parecerem sair de um ponto da constelação dos Gémeos.

De acordo com a astrónoma Susana Ferreira, do Observatório Astronómico de Lisboa, este fenómeno atinge o seu pico na madrugada desta quinta-feira, por volta das 6.30 horas, com um número bastante elevado de meteoros, aproximadamente 120 por hora.

“Amanhã vai ser possível ver esta chuva de meteoros, que será a última (significativa) do ano, porque haverá boas condições de observação”, contou ao JN.

A última chuva de estrelas agendada para 2017 decorre de 17 a 26 de Dezembro, com o cruzamento da Terra com a órbita do cometa Tuttle, e que resultará na chuva de meteoros das Úrsidas. O fenómeno não será, no entanto, muito visível, contando com apenas 10 meteoros por hora.

MSN notícias
Jornal de Notícias
Marta Almeida Fernandes
13/12/2017

Mais uma adenda a esta notícia, com origem no OAL-Observatório Astronómico de Lisboa:

A noite de 13 para 14 de Dezembro será este ano uma boa ocasião de a observar. A constelação dos Gémeos começa a aparecer no horizonte nordeste por volta das 19h (hora de Lisboa), começando a ver-se o radiante que neste dia estará junto à estrela Castor, como se mostra na figura abaixo.  Será uma noite sem Lua, propícia às observações. A Lua nasce pelas 4h mas terá apenas 10% do seu brilho máximo pois está a aproximar-se da fase de Lua nova (que ocorrerá dia 18).  O pico das Gemínidas ocorrerá já de madrugada, pelas 06h30 do dia 14, com um número bastante elevado de 120 meteoros por hora. Nessa altura a constelação estará já próxima do horizonte oeste.

Os apaixonados por este tipo de fenómenos, e os curiosos em geral, poderão nas próximas noites perder algumas horas de sono para apreciar este belo espectáculo. Para as observar aconselhamos evitar a poluição luminosa das grandes cidades e procurar um horizonte desimpedido e naturalmente esperar por um céu sem nuvens.

Fig. 3 – (figura do IMO) mostra o radiante da chuva de meteoros das Gemínidas ao longo do período de actividade.

Nota; “Para as observar aconselhamos evitar a poluição luminosa das grandes cidades e procurar um horizonte desimpedido e naturalmente esperar por um céu sem nuvens.” Difícil, muito difícil, quase missão impossível no meu caso, mas boa sorte, bom céu e boa observação aliado a boas imagens a quem tiver condições para isso.


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