758: As fotografias do eclipse total da Super Lua (21/01/2019)

Dado que recebo várias newsletters de instituições ligadas à Astronomia, recebi ontem uma do OAL – Observatório Astronómico de Lisboa a solicitar que quem possuísse fotografias do eclipse total da Lua de 21 do corrente, enviasse para publicação. Enviei dois dos meus trabalhos e foram publicados como poderão ver a seguir. Pela primeira vez, desde que abracei esta área de fotógrafo lunar, foi publicado um trabalho meu. Obrigado, OAL!

Eclipse Total da Super Lua (21/01/2019)

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Na passada madrugada de dia 21 houve quem ficasse acordado para se deslumbrar com um fenómeno raro: o do eclipse total da Super Lua. O momento mais esperado ocorreu a partir do instante do começo do eclipse total pelas 4h41min, o máximo do eclipse ocorreu às 5h12min e, passados 4 minutos, pelas 5h16min ocorreu o instante da fase de Lua Cheia. Foi um verdadeiro espectáculo para os apaixonados que guardaram esses momentos especiais em fotografias. Aqui reunimos algumas das fotografias que nos foram enviadas por subscritores das newsletters do OAL.

O OAL reuniu estas mesmas fotografias para poder mostrar a todos e em especial àqueles que não tiveram oportunidade de observar o eclipse. Os próximos eventos deste tipo serão apenas em 2021 e 2033, mas infelizmente não serão visíveis em Portugal. Se deixou escapar este evento especial e raro de eclipse total da Super Lua, saiba que a próxima oportunidade de o poder ver em Portugal será somente no dia 11 de Fevereiro de 2036!

Contudo, muito antes disso, haverá mais eclipses lunares totais visíveis em Portugal. O próximo daqui a 3 anos, em 16 de Maio de 2022.

http://oal.ul.pt/as-fotografias-do-eclipse-total-da-super-lua-21-01-2019/

OAL – Observatório Astronómico de Lisboa
24 Jan 2019



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754: O mundo de olhos no céu: imagens do eclipse da Super Lua Vermelha

Fenómeno acabou já de manhã, às 7.48, quando a Lua deixou por completo a sombra da Terra.

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Foi uma noite – ou já dia, noutras partes do globo – que fez as delícias dos astrónomos, profissionais ou amadores. É que houve uma rara conjugação de três fenómenos lunares que criaram as condições perfeitas para fotografias extraordinárias: à entrada do satélite natural da Terra na fase de Lua Cheia, juntou-se a sua passagem pela zona mais escura da sombra terrestre e a chegada da Lua ao perigeu, o ponto mais próximo que atinge no seu percurso à volta da Terra. Tivemos pois uma Super Lua (14% maior e 30% mais brilhante) Vermelha, com um eclipse.

A Lua começou a entrar na penumbra da Terra às 2.35 desta madrugada (hora de Lisboa), mas só entre as 4.41 e as 5.44 ficou completamente na sombra terrestre. O máximo do eclipse deu-se às 5.12 e, passados 4 minutos, pelas 5.16 ocorreu o instante da fase de Lua Cheia.

No total, foram pouco mais de cinco horas de um fenómeno que acabou já de manhã, às 7.48, quando a Lua ficou completamente fora da sombra da Terra. Para quem não conseguiu seguir o fenómeno, ficam os registos de vários pontos do mundo, em especial na Europa e Américas.

Diário de Notícias
21 Janeiro 2019 – 09:22

– Desconheço o motivo, mas é tremendamente LAMENTÁVEL que o Diário de Notícias, NÃO TIVESSE PUBLICADO uma única foto de uma qualquer cidade de Portugal, referente a este fenómeno!!! Dada a inexistência de uma imagem do Eclipse total da Lua de 21 do corrente, como fotógrafo lunar, publico a seguir as minhas imagens deste acontecimento:

Lisboa, Portugal
© F. Gomes – Blogue Eclypse


Lisboa, Portugal
© F Gomes – Blogue Eclypse


Lisboa, Portugal
© F Gomes – Blogue Eclypse


Lisboa, Portugal
© F Gomes – Blogue Eclypse


Lisboa, Portugal
© F Gomes – Blogue Eclypse


Lisboa, Portugal
© F Gomes – Blogue Eclypse


Lisboa, Portugal
© F Gomes – Blogue Eclypse


Lisboa, Portugal
© F Gomes – Blogue Eclypse


Lisboa, Portugal
© F Gomes – Blogue Eclypse

Estas e outras fotografias e vídeos poderão ser vistos no seguinte endereço: https://inforgom.pt/eclypseastronomy/2019/01/21/missao-eclipse-da-lua-21-jan-2018/

… e também se pode arranjar umas fotos “artísticas”, sem montagem, ao natural, embora obtida noutra sessão anterior:

Lisboa, Portugal
© F Gomes – Blogue Eclypse


Lisboa, Portugal
© F Gomes – Blogue Eclypse




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Missão: Eclipse da Lua – 20.Jan.2019

Lunar Eclipse Live Countdown

🌝🌞 There's a Total Lunar Eclipse this weekend!📆 The blood moon will be at Monday Jan 21 5:12am GMT, 12:12am EST or Sunday Jan 20 9:12pm PST. The eclipse will start about 90 minutes before this.⏳ For your local time, see: https://days.to/lunar-eclipse🔴 This is where the moon turns red and is the last one for over 2 years. It should be visible from North/South America, Africa and Western Europe (unless cloudy). We will not be showing live video of the actual moon here, but a live stream will be on youtube here: https://youtu.be/6E7pqfOHhy8This is a countdown to the middle of the #TotalEclipse, so look up from about 1hr 30 minutes to go for the start of the partial eclipse. #BloodMoon #Supermoon

Publicado por Days To em Quarta-feira, 16 de janeiro de 2019

Logo, de madrugada, dar-se-á o Eclipse total da Lua, um fenómeno que apenas será visível em Maio de 2021. O tempo,  embora a chuva tenha parado e o céu esteja com algumas nuvens, talvez consiga manter-se e poderão os amantes da astronomia, desfrutar o espectáculo da Lua de Sangue. Se tudo correr bem, ou seja, ter visibilidade lunar, apesar da intensa poluição luminosa, a sessão de logo será feita com o Mak 127/1500mm + Canon 760D (vídeo) e Nikon B500 (fotografia). Para os mais “distraídos”, o eclipse total da Lua dar-se-á nesta madrugada de segunda-feira, a partir das 02:35 horas. O eclipse total começará às 04:41 horas, “para se prolongar durante uma hora e dois minutos”. Nesta altura, a Lua costuma apresentar um tom avermelhado, escuro. Por agora, estamos assim:



20012019@15:50:

Céu com poucas nuvens, bastante luz solar, a esperança de logo estar desimpedido de nuvens e em posição ideal. O setup já está configurado:


20012019@18:30:

Em contagem decrescente para o eclipse total da Lua, parece que o céu está a fornecer uma boa limpeza de nuvens.



20012019@21:27

As primeiras imagens no meu backyard, apenas com a Nikon B500. Mas o céu está a encobrir-se de nuvens… será que o azar de não observar mais um eclipse vai surgir?






Lua de Hoje

Em que lua estamos?

Lua Crescente

A lua de hoje está 99.21% visível e está a crescer. Faltam 1 dias para a fase Lua Cheia.

Distância da Lua à Terra: 365.586.77 km
Idade da Lua: 13.93 dias
Fase da Lua: Crescente
Próxima fase da Lua: Lua Cheia
Visibilidade da Lua: 99.21%

 



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748: Vem aí um eclipse total da Lua. Para vê-lo, “basta olhar para o céu”

– Embora o título desta notícia seja enganador dado que se o céu estiver coberto de nuvens, a Lua não ficará visível, logo, não basta olhar para o céu porque não se verá o Eclipse da Lua mas apenas as nuvens.

Prepare-se para virar os olhos para o céu a partir das 2h35, se fizer questão de seguir todas as fases do fenómeno. Para o apreciar no momento máximo basta acordar um pouco depois das 5h. Verá uma Lua avermelhada, uma Super Lua aliás

© Matthias Hangst/Getty Expresso

Se a intenção é a de não perder pitada do próximo eclipse lunar – acontece na madrugada da próxima segunda-feira – às 2h35 deve começar a olhar pela janela (ou ir para a rua, no caso dos menos friorentos que tenham essa coragem). É nessa altura que a Lua entra na penumbra da Terra, descreve o site do Observatório Astronómico de Lisboa, instante a partir do qual o satélite da Terra começa a escurecer “progressivamente, adquirindo tons mais acinzentados”. O eclipse é total e atingirá o seu ponto máximo às 5h12. E se adormecer? Resta-lhe esperar pelas fotografias do dia seguinte ou pelo dia 26 de maio de 2021, data em que acontecerá um novo eclipse total da Super Lua.

Daniel Folha, astrónomo do Instituto de Astrofísica e Ciências do Porto, antecipou ao Expresso o que se deve esperar. “Trata-se de um fenómeno demorado, mas com várias fases”, explicou o também director executivo do Planetário do Porto. Na primeira fase falamos do “eclipse penumbral”, sendo que penumbra é o nome dado quando se fala da sombra menos intensa produzida pela Terra (a mais intensa é conhecida por umbra).

Cerca de uma hora mais tarde (existem variações ligeiras quanto aos minutos exactos, em função do local onde quem observa se encontre), “começará o eclipse parcial, fase em que apenas numa parte da Lua começarão a ser visíveis tons mais avermelhados”.

Segundo Daniel Folha, o eclipse total começará às 4h41, “para se prolongar durante uma hora e dois minutos”. Nesta altura, “a Lua costuma apresentar um tom avermelhado, escuro”.

A cor explica-se pelo facto de “a atmosfera da Terra funcionar como um filtro”, diz o astrónomo. O texto do Observatório Astronómico de Lisboa explica-o também, dizendo que “essa luz é avermelhada pois os comprimentos de onda menores (luz azul e verde) são filtrados e espalham-se pela nossa atmosfera”. “Os tons azuis dispersam-se”, conclui Daniel Folha.

Ainda que o máximo do eclipse ocorra às 5h12, ele manter-se-á visível durante cerca de meia hora, para progressivamente começar o movimento inverso. Ou seja, apesar de até às 7h48 ser possível detectar alguma diferença na Lua, quem só acordar ao romper do dia perderá o melhor do espectáculo.

Quanto à regularidade deste fenómeno, Daniel Folha lembra que ela existe, “mas temos de falar em repetições de acordo com ciclos variáveis”. Os eclipses da Lua acontecem necessariamente em fases de Lua cheia, o que não significa estarmos perante eventos todos iguais.

Pelo facto de a órbita lunar ser elíptica, a lua cheia pode ocorrer quando o satélite está mais perto ou mais longe da Terra. É quando está mais próxima (fala-se em perigeu) que se usa a designação Super Lua, embora não exista grande “motivo científico” para o uso do termo, adianta Daniel Folha.

Aliás, esquecendo a questão de ser ou não uma Super Lua, o astrónomo refere que o próximo eclipse total do satélite da Terra, visível em Portugal, acontecerá apenas a 16 de maio de 2022.

Quanto a recomendações que melhorem a observação na madrugada de segunda-feira, nada de especial há a mencionar, adianta o astrónomo. “Usar binóculos ou telescópio será interessante”, mas na prática “basta olhar para o céu”, não sendo sequer determinante que o céu esteja completamente sem nuvens. Quem preferir assistir ao eclipse de forma mais ‘profissional’, poderá rumar a Constância. O Centro de Ciência Viva desta localidade tem prevista uma observação acompanhada.

msn notícias
Mafalda Ganhão
18/01/2019

– Desde que abracei o meu interesse e curiosidade pela astronomia, aliás, facto que já vem de criança mas sem orçamento para possuir um simples telescópio, até porque naquele tempo não existiam os equipamento que hoje estão à nossa disposição, conforme as bolsas e orçamentos pessoais, dizia eu que nunca tive oportunidade de registar um Eclipse lunar ou porque a posição do nosso calhau não entrava na minha zona (minúscula) de observação ou porque existia mau tempo (nuvens, chuva) e este eclipse que só será visível de novo daqui a dois anos (Maio de 2021), altura em que não sei se ainda estarei na Terra ou se o tempo estará também desfavorável como hoje. Apesar de ultimamente terem existido tardes enevoadas e chuvosas, tenho tido a “sorte” de o céu limpar um pouco na hora das últimas sessões fotográficas e seria excelente que acontecesse o mesmo na madrugada de segunda-feira, dia 21, para poder captar esse fenómeno extraordinário. Em última análise e caso não se concretize essa visibilidade, sempre se pode “imaginar” como seria a captação deste eclipse, utilizando algumas ferramentas de edição de imagem e então seria assim:
© F Gomes – Eclypse
Edição artística



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550: Eclipse da Lua de hoje, 27.Jul.2018

 

27072018@22:10: nada… de nada… nem rasto de Lua quanto mais de eclipse… mal empregado tempo a montar os equipamentos…

27072018£19:00: “artilharia” montada embora a “esperança” – se é que ela existe -, não seja muita para esta sessão de hoje… Faltam as câmaras que serão instaladas na altura. Vou utilizar filtros Neodymium & IR-Cut e ND e talvez experimente um polarizador variável.


Telescópios:
Skywatcher Mak ∅127/1500mm
Skywatcher refractor ∅80/400mm
ambos com diagonais dieléctricas de 1,25″ e 2″. Também vou utilizar foco primário e Powermate Televue 2.5x.

Em Faro, a lua vai nascer às 20.38, em Lisboa às 20.47, no Porto às 20.51 em Ponta Delgada às 20.52 e no Funchal às 21.05. Se estiver num destes sítios procure um local com um horizonte límpido, a nascente, leste, para poder ver a lua a subir no céu, durante 50 minutos.

270720148@15:45 – céu limpo de nuvens, vou começar a montar o equipamento de observação no backyard, único local onde poderei (?) tentar ver e fotografar o eclipse lunar de hoje.



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549: A Lua de Sangue desta sexta-feira é o maior eclipse lunar do século

dougj55 / Flickr

Na próxima sexta-feira, 27 de Julho (HOJE), vai dar-se o mais longo eclipse lunar do século XXI, com mais de 102 minutos de duração, no qual a Lua, sem desaparecer, adquirirá um tom avermelhado.

Segundo um comunicado do Instituto de Astrofísica das Ilhas Canárias (IAC), baseado em dados da NASA, este será um eclipse total “com o máximo centrado no Oceano Índico“.

Ao contrário dos eclipses solares, as manchas poderão ser vistas de qualquer lugar do mundo, a partir do momento em que a Lua apareça acima do horizonte.

Um fenómeno deste tipo ocorre quando a Lua passa pela sombra da Terra. A atmosfera da Terra, que excede cerca de 80 quilómetros até o diâmetro do nosso planeta, age como uma lente que desvia a luz do sol e “filtra efectivamente os seus componentes azuis, deixando apenas a luz vermelha que será reflectida pelo satélite”, assinada o IAC, para explicar “o brilho em tons de cobre tão característico” que a Lua adquire nessas ocasiões.

“Depois de dois anos sem eclipses totais da Lua na Europa, no próximo dia 27 de Julho poderemos ver a Lua Vermelha novamente”, explica Miquel Serra-Ricart, astrónomo do Instituto de Astrofísica das Ilhas Canárias. Depois disso, acrescentou o cientista, será necessário esperar até Janeiro de 2019 para voltar a observar este curioso fenómeno.

A Lua começará a entrar na sombra da Terra pelas 18:24 horas UT e vai atingir a fase da totalidade do eclipse às 19:30 UT – durará 1 hora e 42 minutos.

O IAC vai transmitir o eclipse ao vivo através do seu canal, em colaboração com o projecto europeu Stars4all e com o Observatório HESS High Energy.

“Na transmissão ao vivo a partir da Namíbia, a escuridão produzida pelo eclipse permitirá descobrir objectos visíveis apenas a partir dos céus do sul”, acrescenta Serra-Ricart.

Por que será o eclipse lunar mais longo?

A cientista do Observatório Nacional, Josina Nascimento, explica e diz que “é tudo uma questão de geometria: neste eclipse da próxima sexta-feira a Lua vai passar bem no centro da sombra da Terra”.

Segundo Josina Nascimento, é fácil ver diversos planetas no céu durante o mês de Julho, principalmente Marte, que estará próximo da Lua no dia do eclipse.

“Vários planetas estão visíveis a olho nu no céu: Vénus está visível a oeste após o pôr do Sol, Júpiter já está alto no céu quando o Sol se põe, Saturno está visível também no início da noite a leste e Marte que está no auge do seu brilho, está visível a leste logo no início da noite”, explicou.

ZAP // RT / BBC

Por ZAP
27 Julho, 2018



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541: Vem aí uma Lua Vermelha. Até 2100 não há outra igual

Sexta-feira. Dia 27. Quando a Lua nascer em Portugal já está em eclipse total. E vai poder vê-la em tom avermelhado a subir no céu durante 50 minutos. É o eclipse com maior duração deste século.

Quando a Lua nascer em Portugal ao início da noite do dia 27 de Julho, já está em eclipse total.
© Reuters

Em Faro, a lua vai nascer às 20.38, em Lisboa às 20.47, no Porto às 20.51 em Ponta Delgada às 20.52 e no Funchal às 21.05. Se estiver num destes sítios procure um local com um horizonte límpido, a nascente, leste, para poder ver a lua a subir no céu, durante 50 minutos. Este é o eclipse que os cientistas já identificaram como o maior deste século, com uma duração de uma hora e mais de 40 minutos. “Até 2100, não há outro igual”, confirmou ao DN Rui Agostinho, director do Observatório Astronómico de Lisboa.

Mas este eclipse, que terá apenas mais um a dois minutos do que todos os outros ocorridos até agora e que ainda aí vêm, poderá ser visto em todo o território português e em outras zonas do mundo, como Austrália, Antárctida, Ásia, África, Médio Oriente, Europa, América do Sul, sul do Oceano Pacífico, Oceano Índico e do Oceano Atlântico.

“Em Portugal vai ser possível ver logo assim que a lua nasce. O nosso País está naquela posição em que quando a lua nasce já está em eclipse total. Isto faz com que quem queria observar desde o início o eclipse procure um local com um horizonte límpido a leste para a ver aparecer em cima do horizonte, porque quem estiver numa zona em que no seu horizonte tenha prédios, uma colina, árvores, etc, não vai conseguir ver tudo na totalidade”, explica o professor Rui Agostinho. Aliás, desta vez, o Observatório Astronómico de Lisboa não terá actividade pública precisamente porque “o nosso horizonte não é límpido. Temos árvores, o que não permitiria uma visualização completa”, especifica.

A lua nasce a leste, mas um pouco virada a sul, e vai estar apenas a 15 graus de altura da terra. “Não vai subir muito alto. O máximo do eclipse será até às 21.22. São 50 minutos, por isso, é preciso reforçar esta ideia de que se deve procurar um horizonte desimpedido para se poder observar este eclipse da lua. Ela começa a sair da totalidade pelas 22.14”, explica ainda o presidente do OAL.

No céu nesse dia, vai ter uma lua avermelhada, “o que é habitual num eclipse da lua”, explicam-nos, mas pode começar por ter um tom amarelo-escuro que vai assumindo aos poucos um tom vermelho-alaranjado bastante vivo, ou mesmo cor de cobre. Aliás, até aos momentos finais do pôr do sol será possível observar uma infinidade de diferentes tonalidades do vermelho, um efeito que é provocado pela refracção da luz nas diferentes camadas atmosféricas e que se prolonga no espaço.

Se estiver nestes cinco locais veja as horas a que a Lua nasce. © DR-OAL

Segundo explica Rui Agostinho, “as diferentes tonalidades que podem ser observadas num eclipse lunar podem demonstrar o estado de saturação da nossa atmosfera com poeiras provenientes de actividade vulcânica recente ou de fenómenos meteorológicos de grande dimensão. Quanto maior for a quantidade de poeiras existentes na atmosfera, mais escuro será o eclipse e a coloração da Lua.”

Um eclipse total da Lua é um fenómeno astronómico que ocorre quando a Terra se encontra entre o Sol e a Lua, de forma a projectar a sua sombra na Lua, que atravessa completamente a sombra da Terra. Isto sucede quando a Lua, em fase de Lua cheia, passa nos seus nodos ou na sua proximidade.


Diário de Notícias
Ana Mafalda Inácio
23 Julho 2018 — 13:19

– Infelizmente, este acontecimento vai passar-me ao lado dado que não tenho a mínima condição de observação, com a agravante de ter uma PL altamente intensa. Já imaginaram observar o céu com um candeeiro de iluminação pública, espetado na parede do prédio, quase por cima da cabeça? Vejam então a imagem e tirem as vossas conclusões…




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539: Cómo fotografiar la superluna roja durante el eclipse total

 

– Este artigo encontra-se no original espanhol, fácil de interpretar mas que também pode ser traduzido pelo tradutor que se encontra na barra lateral direita deste Blogue.

Este año no podemos quejarnos en cuanto a fenómenos astronómicos interesantes se refiere, y es que si ya pudimos observar un eclipse de sol el pasado 20 de marzo, ahora nos toca anotar el 28 de septiembre en el calendario para no perdernos otro acontecimiento espectacular: una superluna roja. Es decir, tendrán lugar al mismo tiempo una superluna y un eclipse total de Luna. ¿Te animas a fotografiar este raro y curioso evento? Sigue nuestras recomendaciones y obtendrás excelentes resultados.

Qué son la superluna y la luna roja

Antes de explicarte cómo fotografiar la superluna roja durante el eclipse total, conviene aclarar en qué consiste cada acontecimiento, ya que según la propia NASA es “extremadamente raro. Se trata de la primera vez desde el año 1982 que coinciden estos dos fenómenos y no volverá a suceder hasta 2033”.

El término “superluna” se refiere al efecto que se produce cuando la Luna llena se encuentra en uno de sus puntos más cercanos a la Tierra, donde su diámetro puede parecer hasta un 14% más grande de lo habitual y su aspecto más brillante. Esto se debe a que la trayectoria de la Luna no es circular sino elíptica, y su centro no es el mismo que el de la Tierra, habiendo una diferencia de 50.000 kilómetros entre su posición más lejana (apogeo) y la más cercana (perigeo). Por eso, cuando hay Luna llena en el perigeo se conoce como superluna.

Comparación de luna promedio (izquierda) y superluna (derecha)

Por otra parte, el fenómeno “luna roja” o “luna de sangre” se produce durante los eclipses totales de luna, cuando la Tierra se encuentra entre la Luna y el Sol y los tres cuerpos celestes están perfectamente alineados.

De esta manera, la Tierra bloquea los rayos solares provenientes del Sol y se produce un cono de sombra que oscurece por completo al satélite, también conocido como umbra. El característico color rojizo de la luna durante un eclipse total se debe a la refracción de la luz solar en las partículas de polvo que hay en la atmósfera.

Ahora entenderás que la peculiaridad del acontecimiento del 28 de septiembre es la coincidencia de ambos fenómenos: una superluna roja. También podemos llamarlo eclipse total de superluna, ya que es una luna roja a una distancia más pequeña de lo habitual. Este vídeo de la NASA lo explica todo de forma muy visual:

Cómo fotografiar la superluna roja durante el eclipse

Al contrario que los eclipses solares, observar un eclipse lunar no entraña ningún peligro para nuestros ojos y se puede ver a simple vista sin problemas, con prismáticos o un telescopio. Pero si lo que quieres es fotografiar la superluna roja, debes tener en cuenta los siguientes consejos. ¡Toma nota!

Prepárate a tiempo para la hora del eclipse

Tenemos la suerte de que esta superluna roja será visible en toda España, con lo que, si las condiciones atmosféricas acompañan, podremos observarla todas sus fases. Revisa el horario del eclipse para programar la sesión con suficiente antelación y capturar las imágenes que más te interesan.

Fases del eclipse
Madrid (GMT+2)
Inicio Fase Penumbral 02:12
Inicio Fase Parcial 03:07
Inicio Eclipse total
04:11
Máximo del eclipse 04:47
Fin Eclipse total
05:23
Fin Fase Parcial 06:27
Fin Fase Penumbral 07:22

Cada fase del eclipse significa que la luna está en una posición diferente:

  • Inicio Fase Penumbral: la luna empieza a tocar la zona de penumbra.
  • Inicio Fase Parcial: la luna empieza a tocar la zona de umbra.
  • Inicio Fase Total: la luna está dentro de la zona de umbra.
  • Máximo del Eclipse: la luna está en el centro de la zona de umbra.
  • Fin Fase Total: la luna está a punto de empezar a salir de la zoma de umbra.
  • Fin Fase Parcial: la luna sale totalmente de la zona de umbra.
  • Fin Fase Penumbral: la luna sale totalmente de la zona de penumbra.

Eclipse da Lua em Lisboa:



Busca una localización adecuada

Para hacer fotos de un eclipse lunar no necesitas alejarte de las luces de la ciudad como si fueras a hacer fotografía de estrellas, aunque es recomendable ir a un lugar alto o alejado de la contaminación lumínica para evitar posibles aberraciones ópticas creadas por la luz directa. Una escapada al campo o a la montaña, o incluso una azotea serán buenos sitios desde los que capturar la superluna roja.

Foto: Tim Kelley


Usa un teleobjetivo

Para conseguir fotos espectaculares de la superluna roja a todo detalle vas a necesitar un teleobjetivo del mayor rango focal posible. Cuanto mayor sea la distancia focal, más podrás acercarte a la superficie lunar y más grande parecerá en tus fotos. Los súperteleobjetivos Samyang 500mm, 800mm y 650-1300mm magnifican los sujetos distantes y los acercan, lo que los convierte en ideales para astrofotografía.

Canon EOS 760D com super-tele-objectiva 650~1300mm e conversor Dörr 2x (1300~2600mm) instalados sobre uma montagem equatorial SW EQ3-2 (minha configuração)


Adapta los tiempos de exposición

Lo más complicado de fotografiar la Luna es que se está moviendo todo el tiempo, y a medida que se va produciendo el eclipse también su superficie se va oscureciendo. Esto significa que cada vez vas a necesitar tiempos de exposición más largos y que tendrás que ir adaptándote con cuidado según las circunstancias.

Para no dejar lugar a la improvisación y echar a perder la oportunidad de fotografiar la superluna roja, practica los días previos cómo cambiar rápidamente la velocidad de obturación de tu cámara. A la hora de la verdad, juega con velocidades partir de 1/125, pero ten cuidado con tiempos de exposición largos porque corres el riesgo de capturar el movimiento de la Luna y que esta se vea como una mancha borrosa en medio de la oscuridad.

Foto: Steve Jurvetson

Adaptar la velocidad de obturación también implica cambios en la sensibilidad ISO para compensar la exposición y evitar que salga ruido en la imagen. Puedes empezar con una ISO 100 e ir subiendo con cuidado. Una apertura f/8 está bien para empezar, te proporciona una buena profundidad de campo para captar los detalles de la Luna.

Enfoque manual

Para conseguir el mayor nivel de detalle, tienes que enfocar de forma manual al infinito. Ayúdate del Live View de tu cámara para cerciorarte de que los detalles de la superficie de la Luna están bien enfocados.

Utiliza un trípode y un mando a distancia

Para que la superluna roja salga perfectamente nítida es imprescindible el uso del trípode, ya que puede soportar el peso del teleobjetivo acoplado a la cámara y mantener la imagen estable, cosa que sería muy complicada con la cámara a pulso.

El trípode Gloxy GX-T6662A es una magnífica opción a tener en cuenta debido a su económico precio, su nivel de burbuja para obtener imágenes perfectamente niveladas y su gran capacidad de carga de hasta 10kg, perfecto para soportar teleobjetivos grandes y pesados.

Para este tipo de captação de imagens, nada como instalar a câmara e a tele-objectiva num rail com rótula hidráulica que, por sua vez, serão acoplados a uma montagem equatorial que oferece movimentos lentos e precisos. A imagem acima é um tripé Genesis ABT com cabeça de vídeo SIRUI + rótula panorâmica Genesis + rail SIRUI com uma rótula de bola para equilibrar o peso dianteiro do equipamento. Os pesos da SW EQ3-2 instalados no gancho da coluna central do tripé, ajudam a estabilizar o conjunto.

El temporizador de la cámara o un mando a distancia también te ayudarán a reducir las posibles vibraciones que se producen a la hora de apretar el disparador. El mando inalámbrico Gloxy METi se puede utilizar a una distancia de hasta 5 metros sin cables, tiene avisos sonoros (que puedes desactivar si quieres) y una pantalla LCD que se ilumina, ideal para este tipo de situaciones.

Normalmente utilizo este disparador remoto Canon RS-60E3


… mas também utilizo um disparador wireless Meike MK-RC-6


Dispara en RAW

Como ya sabes, al disparar en RAW obtendrás fotos de mayor calidad que si dispararas en JPEG directamente y, sobre todo, te asegurarás de tener un mayor margen para corregir la exposición de tus tomas.

Crea una secuencia

Además de capturar a la superluna en pleno eclipse, también puedes darle un toque original a tus fotos creando una secuencia con las diferentes fases del eclipse. Para ello, solo tienes que hacer una foto cada cierto intervalo de tiempo en función del número de lunas que quieras incluir en tu montaje final, e integrarlas en una única imagen con un programa de edición.

Foto: The National Guard

Fotografiar una superluna roja como la del 28 de septiembre es una oportunidad entre pocas, por lo que si quieres conseguir buenos resultados puedes ir practicando estos días y perfeccionar tu técnica haciendo fotos de la Luna. ¡No pierdas la ocasión!

Foto 24

Esta tele-objectiva é uma Samyang 500mm com un conversor Dörr 2x (1.000mm) que também faz parte dos meus equipamentos fotográficos




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491: O mais longo eclipse do século vai coincidir com a "Lua de Sangue"

Um eclipse total da Lua com quase quatro horas de duração vai poder ser visto em Portugal na noite de 27 para 28 de Julho. Será o mais longo de todo o século XXI e em tons de vermelho.

Ao contrário de um eclipse solar, não é preciso qualquer equipamento especial para ver o lunar, perfeitamente visível a olho nu ou uns simples binóculos bastam.

Todo o eclipse vai poder ser visto em quase toda a Europa, África, Médio Oriente e vários países da Ásia Central. A América do Sul poderá ver parte, quando o eclipse estiver a terminar, e a Austrália verá quando estiver a começar.

A partir das 20h30 de 27 de Julho, hora de Lisboa, já vai poder começar a olhar para o céu e notar uma sombra sobre a Lua – a Terra começa a meter-se entre o Sol e a Lua, lançando a sua sombra sobre o satélite natural.

A fase de eclipse total vai ter uma duração de 1 hora e 43 minutos, a partir das 21h21, segundo o site EarthSky.org.

http://en.es-static.us/upl/2018/07/Animation_July_27_2018_lunar_eclipse_appearance.gif

A Lua vai ter um tom avermelhado, daí o nome “Lua de sangue”.

Uma parte da luz do sol, reflectida pela atmosfera terrestre, atinge indirectamente a superfície lunar. Alguns raios solares são igualmente filtrados, produzindo um reflexo avermelhado que cobre a Lua.

Este fenómeno ocorre quando a Lua se encontra no seu perigeu orbital – o ponto orbital mais próximo da Terra.

Hong Kong, China, 31 de Janeiro de 2018 ! Bobby Yip

SIC Notícias
28.06.2018 12h14



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300: Sessão lunar 31.Jan.2018 (2ª. parte)

31012018@22:30, céu limpo, Lua a 100%







Imagens acima obtidas com:

  • Câmara Canon EOS 760D 24.2MP
  • Disparador remoto Canon RS-60E3
  • Telescópio Skywatcher Mak ∅127/1500mm
  • Montagem Equatorial SW EQ3-2
  • Ocular Kson ∅24mm Super Ortho 1,25″ em projecção fotográfica
  • Ocular GSO ∅12mm Super Plossl 1,25″ em projecção fotográfica
  • Filtro planetário #8
  • Filtro polarizante variável
  • Tubos extensores
  • Adaptadores diversos
  • Buscador Skywatcher 9×50 com retícula iluminada

… e depois temos uma lua azul-sangue, numa alegre montagem do tipo que se levanta às 3 ou 4 da matina para fotografar a Lua… 🙂

Montagem de PhotoMoonBackyard





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