450: ESO — Uma vizinhança superlotada — Photo Release eso1816pt

Brilhando intensamente a cerca de 160 000 anos-luz de distância da Terra, a Nebulosa da Tarântula é a estrutura mais impressionante da Grande Nuvem de Magalhães, uma galáxia satélite da nossa Via Láctea.

O Telescópio de Rastreio do VLT, instalado no Observatório do Paranal do ESO, no Chile, observou esta região e os seus arredores ricos com extremo detalhe, revelando uma paisagem cósmica de enxames de estrelas, nuvens de gás brilhante e restos de explosões de super-novas. Trata-se da imagem mais nítida, obtida até à data, de toda a região.

A nota de imprensa, imagens e vídeos estão disponíveis em:
https://www.eso.org/public/portugal/news/eso1816/

Atenciosamente,
Departamento de Educação e Divulgação do ESO
30 de Maio de 2018


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434: MESSIER 57 (A NEBULOSA DO ANEL)

M57, ou a Nebulosa do Anel, é uma nebulosa planetária, os restos brilhantes de uma estrela parecida com o Sol. O pequeno ponto branco no centro da nebulosa é o núcleo quente da estrela, chamado de anã branca. M57 é de cerca de 2.000 anos-luz de distância na constelação de Lyra, e é melhor observado durante Agosto. Descoberto pelo astrónomo francês Antoine Darquier de Pellepoix em 1779, a Nebulosa do Anel tem uma magnitude aparente de 8,8 e pode ser vista com telescópios de tamanho moderado.

M57 é inclinado em direcção à Terra para que os astrónomos vejam o anel de frente. Esta linda imagem de alta resolução do Hubble ajudou os astrónomos a determinar que a forma da nebulosa é mais complicada do que se pensava inicialmente. O gás azul no centro da nebulosa é, na verdade, uma estrutura em forma de bola de futebol, vista de frente, que perfura o material vermelho em forma de anel. A borda interna do anel exibe uma intrincada estrutura de nós escuros e irregulares de gás denso que os ventos estelares ainda não conseguiram explodir. Os nós e suas caudas parecem com raios de uma bicicleta.

Esta imagem de M57 foi colorida para ilustrar a composição química da nebulosa. A cor azul profundo no centro representa o hélio, a cor azul clara do anel interno é o brilho de hidrogénio e oxigénio, e a cor avermelhada do anel externo é de nitrogénio e enxofre.

Marco Aurélio Ribeiro – Escritor NASA – National Aeronautics and Space Administration Hubble Space Telescope
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16052018

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432: A NEBULOSA DO ESQUIMÓ

Esta relíquia estelar, primeiramente descoberta por William Herschel em 1787, é apelidada de Nebulosa Esquimó (NGC 2392) porque, quando vista através de telescópios terrestres, assemelha-se a uma face cercada por uma parca de pele.

Nesta imagem do telescópio Hubble, a “parca” é na verdade um disco de material embelezado com um anel de objectos em forma de cometa, com suas caudas saindo da estrela central que está morrendo.

Embora a “cara” do esquimó se pareça com uma bola de barbante, é, na realidade, uma bolha de material sendo soprada no espaço pelo “vento” intenso da estrela central de material de alta velocidade.

Esse objecto é um exemplo de uma nebulosa planetária, assim chamada porque muitos deles têm uma aparência arredondada semelhante à de um planeta quando vista através de um pequeno telescópio.

Uma nebulosa planetária forma-se quando estrelas agitadas pelo sol ejectam suas camadas gasosas externas, que se tornam nebulosas brilhantes com formas surpreendentes e confusas. A nebulosa esquimó é de cerca de 5.000 anos-luz da Terra na constelação de Gémeos e começou a se formar cerca de 10.000 anos atrás.

Marco Aurélio Ribeiro – Escritor NASA – National Aeronautics and Space Administration Hubble Space Telescope

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Para saber mais:

https://pt.wikipedia.org/wiki/Nebulosa_do_Esquimó

https://www.epochtimes.com.br/nebulosa-do-esquimo-o-fim-de…/

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Marco Aurélio Ribeiro – Escritor
15052018


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