416: 2ª e 3ª. Sessões lunares 29/30.Abr.2018

 

30042018@05:25 a.m.: com o céu com  algumas abertas, deu para fazer mais estes tiros, inclusive apanhar Júpiter embora sem definição. Utilizei de novo a Nikon Coolpix L120:



29042018@23:10: esta segunda sessão de hoje, dado que a primeira foi efectuada de madrugada, continua a fase de Lua Cheia (100%), nada propícia a fotografias, mas o registo pode ser efectuado através das câmaras fotográficas e das tele-objectivas. Nesta sessão, utilizei a Nikon Coolpix L120 e a Canon EOS 760D com uma super tele-objectiva Samyang ∅95mm/650mm~2600mm:


29042018@23:35: tive de esperar mais uns minutos para que a Lua se posicionasse devidamente a fim de conseguir o tiro, mas por azar, as nuvens começaram a aparecer – notam-se as manchas nas imagens seguintes -, e consegui o melhor possível nestas condições. Estas imagens foram captadas com a Canon EOS 760D e a super-teleobjectiva Samyang ∅95mm/650~2600mm:







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412: 1,25" Dielectric star Diagonal

 

Através do Grupo Compra/venda-Astronomia Ibérica do Facebook, consegui uma diagonal dieléctrica 1,25″ Canadian.- telescopes.com, como nova. Se o tempo permitir, logo de madrugada vou testá-la com os SkyWatcher ∅80/400mm e ∅127/1500mm.

No Piggyback do SW 80/400mm, instalei uma rótula de bola Genesis ABH-36, modelo Arca-Swiss, com sistema duplo de nível de borbulha, que já tinha, para dar mais rapidez, segurança e fiabilidade ao conjunto Canon 760D + tele-objectivas. Esta rótula pesa 365 gramas.

Actualmente e depois de ter desistido (temporariamente) do refractor Bresser-Messier AR 102/1000mm, o actual setup para fotografia lunar via telescópios, será este:

Mas também vou fazer prevalecer a fotografia lunar via super tele-objectivas Samyang, como já fazia antes de ter os telescópios. O setup do Mak 127/1500mm, do refractor 80/400mm e da DSLR poderá parecer exagerado para quem não está habituado a este tipo de configurações, mas podem crer que, este tipo de setup, é o chamado 3 em 1, ou seja, com uma montagem equatorial, tenho 3 fontes de captura perfeitamente alinhadas, sem ter de andar à procura da Lua com cada uma delas.







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411: Sessão lunar 26.Abr.2018

 

26042018@03:00 a.m.: céu com alguma nebulosidade, Lua a 85% o que vai dissipando o relevo das crateras pela forte iluminação vinda do Sol. Daqui para a frente nem vale a pena continuar a fotografar dado que é um disco branco sem relevo considerável.

Aliás, estou a considerar abandonar completamente a fotografia lunar via telescópios dado que as minhas várias tele-objectivas fotográficas de 500 a 2600mm, dão conta do trabalho, muito menos pesadas e com maior facilidade de manobra e transporte.

Encontra-se em vista uma Nikon Coolpix B700 ou uma Nikon Coolpix P900 que possuem fantásticos zoom’s digitais para este tipo de trabalho de astrofotografia lunar.

A sessão de hoje não me satisfez completamente, foi medíocre, dado não só pelas condições atmosféricas como pela própria fase da Lua. Não compensou o ter acordado às 03:00 a.m. e ter perdido uma hora na sessão. Ficam as imagens:









Imagens acima obtidas com:

  • Câmara Canon EOS 760D
  • Disparador remoto Canon RS-60E3
  • Super tele-objectiva Samyang catadióptrica ∅95mm DF 500~1000mm f/6.3
  • Super tele-objectiva Samyang ∅95mm DF 650~2600mm f/8.0-16.0
  • Telescópio SkyWatcher reflector Maksutov ∅127/1500mm
  • Telescópio SkyWatcher refractor ∅80/400mm
  • Montagem Equatorial SW EQ3-2 com 2 contrapesos Baader 2kg na dovetail
  • DX steel tube field tripod for astronomical mounts – Vixen Level
  • Buscador Skywatcher 9×50 com retícula iluminada
  • Filtro planetário #8
  • Filtro Explore Scientific ND-0.9 1,25″
  • Diagonal dieléctrica GSO 90º 2″
  • Ocular de projecção GSO CPL Super Plossl ∅42mm 2″
  • Ocular Vixen ∅25mm 1.25″
  • Anel T2 de baixo perfil e anel T2 standard





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290: Sessão lunar 27.Jan.2018

A sessão fotográfica lunar de hoje, desdobrou-se em três fases: a primeira, com tele-objectivas fotográficas, a segunda com o Mak 127 e a terceira com uma Nikon Coolpix L120 que estava arrumadinha numa gaveta e que pensei experimentar dado que quando a comprei há anos, ainda não tinha planeado fotos lunares. O resultado foi espectacular ao activar o zoom digital.








Acho que a Nikon Coolpix L120, a partir de hoje, vai entrar nas sessões fotográficas lunares.

 












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201: Engenhocas

 

Tenho bons tripés fotográficos, aliás, a um deles devido a possuir um gancho na coluna central, adaptei os contra-pesos da montagem equatorial EQ3-2 a este tripé com um vídeo que aqui publiquei, o que faz estabilizar a câmara quando utilizada com tele-objectivas de grande porte como as minhas Samyang de 500mm e de 650-1300mm.

Mesmo assim, não me dou completamente satisfeito com a solução e olhando para as montagens fotográficas que possuo, pensei utilizar o Quick Release Plate Sirui TY-350 na EQ3-2 dado que o tripé desta montagem, não sendo dos mais estabilizados, possui maiores condições de equilíbrio para utilizar este tipo de conjunto câmara-tele-objectivas.

E dado o tipo de configuração Arca-Swiss (fotograficamente falando) do rail, este ajustou-se perfeitamente onde encaixa a dovetail do tubo óptico. E o resultado é este:



Contudo, esta cabeça de rótula Genesis ABH-36 (máx. 10Kg), será substituída por uma Sirui K-30X que “aguenta” com uma carga máxima de 30Kg.



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122: Sessão lunar 03.Out.2017

 
Céu limpo, hoje vou fotografar com tele-objectivas.

Clique na imagem para aumentar











Imagens tiradas com uma câmara Canon EOS 760D, tele-objectiva Ø95mm DF  650~1300mm, tripé Genesis ABT, SIRUI TY-350 Lens Rail,  Sirui Cabeça Vídeo VH-10,  Genesis IR-55QR – Cabeça Panorâmica, Filtro UV Dörr DHG Pro 95mm



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77: Sessão lunar 06.Set.2017

Sessão dupla devido a testes com dois equipamentos: fotográfico e astronómico. Não gostei, penso que está esgotado o tempo de testes e terei de fazer um período de reflexão sobre o que realmente é do meu agrado na área da astrofotografia.

Quando um trabalho repetidamente não satisfaz a quem o produz é porque algo está mal e eu tenho a humildade de reconhecer esse facto porque é inegável.


Imagens captadas com uma tele-objectiva Samyang 650-1300mm:



Imagens captadas com telescópio Skywatcher 127/1500
Com filtro laranja

Com filtro azul

Com filtro verde

Com filtro vermelho

Equipamento utilizado nesta sessão:

  • Câmara Canon EOS 760D com Canon BG-E18 Battery Grip
  • Telescópio SkyWatcher Mak 127/1500 EQ3-2
  • Buscador SkyWatcher 9×50 com retícula
  • Filtro polarizador variável 1,25″
  • kit de 5 filtros planetários coloridos


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38: Sessão lunar de 10.Ago.2017







Equipamentos utilizados nesta sessão:

  • Câmara Canon EOS 760D
  • Teleobjectiva Samyang 650-1300mm (utilizada a DF de 1300mm)
  • Conversor 2x Dörr
  • Disparador remoto Canon
  • Tripé Genesis
  • Cabeça de vídeo Sirui VH-10
  • Genesis IR-55QR Cabeça Panorâmica
  • Lens Rail Sirui TY-350


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36: 16 consejos sobre cómo fotografiar la luna

Se acerca una de las mejores temporadas para dedicar toda nuestra atención y entusiasmo a la astrofotografía y por consecuente una de las mejores épocas para fotografiar las estrellas, no solo porque ahora tendrán lugar acontecimientos como las Líridas o la lluvia de meteoritos Eta Acuáridas, sino porque además se puede estar en el exterior a altas horas de la madrugada sin tener que congelarnos de frío, por lo tanto podemos fotografiar la luna mejor que en cualquier época del año.

Los que habéis intentado hacer fotografías de la luna ya lo sabréis, pero hacer fotografías de calidad a nuestro satélite no es nada sencillo, porque casi con total seguridad, la imagen resulta quemada o apenas se aprecian los detalles. Pero entonces ¿cómo fotografiar la luna? Sigue leyendo atentamente, pues te voy a desarrollar los 16 consejos para hacer fotografías a la luna.

16 consejos sobre cómo fotografiar la luna

La gran dificultad que conlleva fotografiar la luna, radica en evitar que se nos queme la imagen y que por lo tanto sus manchas, cráteres y detalles estén intactos en nuestras fotografías. Si ya lo has intentado en otras ocasiones, seguro que te has llevado alguna que otra decepción, bien porque la luna parecía un punto blanco en el cielo o bien porque no se apreciaba ningún detalle.

Aunque creas que fotografiar la luna es una ardua tarea, realmente no lo es. Tan solo hay que poner en práctica estos consejos, saber escoger el momento perfecto y tener el equipo adecuado.

La luna es el satélite que nos acompaña cada noche, por lo tanto no desesperes, podrás poner en práctica estos consejos y mejorar tu técnica siempre que quieras.

Tipo de fotografía

Antes de llegar al lugar donde vas a trabajar y ponerte a disparar al cielo, tienes que plantearte qué tipo de fotografía quieres hacer, es decir, cuál es el resultado que estas buscando con esta sesión de fotografía.

Luna como protagonista

En este caso, en nuestra fotografía solo aparece la luna, por lo tanto hay que intentar conseguir el mayor número de detalles de la luna para que nuestra fotografía tenga algo que transmitir al espectador. La complicación de este tipo de fotografías es conseguir que la imagen no resulte quemada, porque aunque la luna no produzca luz por sí misma, la luz del sol refleja en ella y a efectos prácticos es normal que se nos queme la imagen si no usamos los parámetros adecuados.

Para poner en práctica este tipo de fotografías es importante conocer la fase lunar en la que nos encontramos o en la que nos encontraremos el día que quieras realizar la sesión de fotografías. Se suele pensar que el mejor momento para fotografiar la luna se da cuando esta está llena, y nada más alejado de la realidad. Al reflejar sobre la luna tanta luz proveniente del sol, lo más probable es que nuestra imagen se queme y no consigamos más que un punto blanco. Lo ideal es fotografiar la luna un día antes o un día después de estar la luna llena.

Luna como elemento compositivo

Otra forma de hacer partícipe a la luna en nuestras fotografías es que esta sea un elemento compositivo de la escena, pero no la protagonista absoluta. Es una buena forma de conseguir mejores fotos en disciplinas como la fotografía de paisaje, pues podemos darle un carácter fuerte y mucho más marcado a nuestros trabajos, en definitiva, que tengan algo más que contarnos.

Para este tipo de fotografía, la preparación y planificación debe ser mayor que la primera propuesta, porque a pesar de que tienes toda la noche para disparar, la luna se mueve, de modo que si ya tienes preparadas más o menos tus capturas, será una noche mucho más productiva. Ten en cuenta la composición que te gustaría conseguir, el encuadre y lo que es más importante: dónde sale y dónde se pone la luna.

Si te gustaría obtener fotografías de paisaje con una luna aparentemente más grande, hay un truco que no es más que un efecto óptico, pero muy práctico. Consiste en colocar la luna en el horizonte de la escena, cuando aún no ha termina de aparecer o de ocultarse. Como te digo no es más que un efecto óptico pero en nuestras fotografías dará la sensación de que su tamaño es mayor.

Parámetros del equipo

A diferencia de otro tipo de disciplinas no hay una ciencia exacta para fotografiar la luna ya que dependerá de la época del año, la fase lunar, el lugar en el que te encuentres y tu propio equipo. Pero para que no comiences a trabajar a ciegas, guíate con los siguientes parámetros y cámbialos dependiendo de los resultados que buscas.

1. Trabaja con la distancia focal máxima

Aunque esto también dependerá del tipo de fotografía de luna que quieras conseguir, lo ideal es utilizar la distancia focal máxima que te ofrezca tu teleobjetivo, para que los detalles más significativos de la luna no se pierdan.

Con un objetivo de distancia focal fija de 50 mm, aparecerá más o menos, como la ven nuestros ojos en la realidad, es decir, la luna aparecerá como un punto blanco en el cielo, sin más, sin detalles y probablemente quemada y eso, es precisamente lo que queremos evitar cuando hacemos fotografías de la luna. Mientras que con un gran angular se apreciaría aún más pequeña.

Si decides que la luna debe ser la absoluta protagonista de tu fotografía, debes plantearte incluso el uso de un duplicador, para que puedas llenar todo el encuadre de la imagen.

2. Usa una apertura de diafragma media

Si hay algo que todos buscamos al fotografiar la luna, es capturar nitidez en esta, los detalles y cráteres es lo que la hace más interesante, y ahí la apertura con la que trabajemos tiene mucho que ver.

De modo que, lo ideal es trabajar con el punto dulce de nuestro objetivo y ajustar la sensibilidad ISO y la velocidad de obturación hasta conseguir un resultado óptimo. Pero, ¿cómo saber cuál es el punto dulce de mi objetivo? En nuestro post qué es el punto dulce de un objetivo y cómo encontrarlo podrás resolver tus dudas.

Lo más normal es que tengas que usar aperturas medias que comprendan desde f/8 a f/11, aunque como ya he dicho dependerá de muchos factores los parámetros con los que conseguir la fotografía perfecta. Con aperturas de diafragma mucho más amplias lo más probable es que la luna pierda nitidez.

3. Usa una velocidad de obturación media

Aunque parezca que la luna apenas se mueve durante la noche, lo hace y bastante. Es por eso que si alguna vez has intentado fotografiar la luna con velocidades de obturación lentas, tus imágenes han resultado borrosas o con trepidaciones, incluso trabajando con un trípode. Sin embargo si utilizamos velocidades de obturación muy rápidas obtendremos fotografías demasiado oscuras.

Te recomiendo que para fotografiar la luna correctamente uses velocidades de obturación medias, para empezar estaría bien disparar a 1/125 segundos, y de ahí hacer variaciones según creas conveniente.

4. Trabaja con ISO al mínimo

Como ya sabrás, la sensibilidad ISO puede ser un gran aliado cuando trabajamos en condiciones de luminosidad bajas, pero a mayor ISO, mayor ruido en nuestra fotografía, es decir, perderemos calidad. Y eso es justo lo que queremos evitar a la hora de fotografiar la luna.

Lo ideal para fotografiar la luna es trabajar con la sensibilidad ISO más baja, sobre todo si quieres fotografiar únicamente la luna, pues sobre la luna se reflejará suficiente luz como para obtener una buena imagen. Si quieres que la luna forme parte de una composición quizás tengas que modificar un poco el valor, pero lo recomendable es usar la sensibilidad ISO más baja.

5. Utilñiza la medición puntual

Si dejamos la medición en manos de nuestra cámara, esta tomará como referencia el negro del cielo, y por lo tanto, la luna pasará a estar en un segundo plano. Por eso deberás utilizar una medición puntual y medir sobre la Luna, ya que queremos mantener el detalle de las manchas. Para conocer en profundidad los modos de medición que existen echa un vistazo a este post.

De este modo, obtendrás una medición de la luz de la luna correcta y que destaque en la escena.

6. Si trabajas con una DSLR, bloquea el espejo

En el post sobre conseguir fotografías más nítidas, ya comenté que una buena opción era bloquear el espejo de nuestra cámara réflex digital, pues el movimiento que produce la cámara cuando va a tomar la fotografía, puede provocar que aparezcan vibraciones indeseadas.

En este caso estaremos trabajando con un teleobjetivo, con un peso superior y en el que cualquier movimiento puede fastidiar toda una jornada de trabajo. Así que, aunque estés trabajando con un disparador remoto y un trípode, lo ideal es que bloquees el espejo de tu cámara.

7. Enfoca a infinito

Como suele pasar en astrofotografía, lo ideal es enfocar a infinito pues las estrellas y la luna se encuentran demasiado alejados de nosotros y la cámara se puede volver loca enfocando en modo automático, más si cabe, siendo de noche.

Si tu problema es que no te atreves a trabajar con enfoque manual, puedes perderle el miedo con este post. Si aún así tu cámara no te lo permite, puedes enfocar al objeto más alejado que tengas a tu alrededor y a continuación, manteniendo ese enfoque, dispares a la luna.

8. Trabaja en RAW

Lo más probable es que cuando acabes tu sesión de fotografías de la luna, quieras hacer una serie de retoques a las mejores fotos que has conseguido durante la noche, como modificar en el encuadre o la exposición.

De modo que lo ideal es trabajar con formato RAW, será mucho más fácil editar nuestras fotografías y no nos perderemos los detalles más importantes.

Algunos consejos

9. Repasa el histograma

Es complicado saber si estamos tomando buenas fotografías de la luna por mucho que las repasemos. Una forma muy meticulosa para averiguarlo es comprobándolo con el histograma de nuestra cámara.

Con el histograma podrás ver la zonas de la fotografía que han quedado quemadas, lo que en fotografías de la luna es un verdadero problema, teniendo en cuenta que nuestro objetivo es mostrar el mayor número detalles posibles.

Si no tienes muy claro qué es el histograma o cómo se utiliza, ayúdate con nuestro post.

10. Usa el modo live view para asegurarte que quedó enfocado

Seguramente ya hayas escuchado antes hablar del modo Live View o incluso lo has utilizado en varias ocasiones. es una herramienta perfecta para saber si estas enfocando la escena al completo o si hay partes que han quedado desenfocadas.

El modo Live View es un sistema con el que las cámaras réflex permiten ver en la pantalla LCD la escena en lugar de en el visor.Te ayudará a tener una perspectiva más amplía de la escena, pudiendo ver los detalles más imperceptibles, que de otro modo sería imposible de apreciar.

11. Ten en cuenta las fases lunares

Debes de tener en cuenta la fase en la que se encuentra la luna o en la fase que se encontrará en la fecha que vayas a realizar tu sesión de fotografías de la luna porque los resultados pueden variar drásticamente si la luna está llena o está menguante.

Hay muchas formas de conocer la fase en la que se encuentra la luna, lo más probable es que aparezca en cualquier calendario que tengas por casa. Aunque si eres más minucioso y necesitas mayor precisión no solo en la fase en la que se encuentra, sino también sobre las horas en las que la luna sale o se pone, puedes ayudarte mediante páginas web o con aplicaciones móviles.

Te recomiendo que explores más allá de la luna llena, puedes conseguir fotografías de luna muy interesantes y atractivas en el resto de fases lunares.

12. Busca lugares oscuros (al menos cuando empieces)

Será mucho más fácil trabajar cómodamente en lugares apartados de la ciudad, además tendrás más posibilidades de hacer pruebas durante la noche sin que ningún edificio te moleste.

Y ni que decir que será más fácil capturar los detalles de la luna y las estrellas, de los que venimos hablando a lo largo de este post.

Cuando ya tengas más experiencia y práctica en lo que a fotografías de la luna respecta, podrás probar hacer tus sesiones de fotografía de luna en la ciudad, encontrar los valores apropiados no te llevará tanto tiempo como al principio.

13. Trabaja con cielos despejados o no

Es cierto que cuando empezamos a capturar las primeras imágenes de la luna, queremos que se vea en todo su esplendor, por el eso los cielos despejados en nuestros primeros tiros son lo ideal.

Sin embargo trabajar durante la noche con algunas nubes que cubran la luna, también puede tener un efecto interesante en nuestras fotografías, como te digo todo es probar.

14. Prueba con fotos secuencia de la luna

Si ya has conseguido fotografiar la luna con resultados nada desdeñables y quieres dar un paso más allá, ser más creativo, hacer fotografías secuencia de la luna puede ser una gran alternativa.

Será una manera eficaz para destacar del resto y tan solo tiene un proceso de edición, pues solo tendrás que montar una imágenes sobre otras y el resultado sería algo similar a esto.

15. Evita el estabilizador de imagen del objetivo si lo tuviera

Algunos objetivo incluyen un estabilizador de imagen, perfecto en ocasiones que necesitas prescindir del trípode, pero en este caso, el estabilizador de imagen puede producir justo el efecto contrario.

Puede provocar pequeñas vibraciones en nuestro equipo que es mejor evitar.

16. Incluye elementos de la naturaleza en tu imagen

Para que nuestras fotografías de la luna no resulten aburridas al espectador, puedes incorporar elementos de la naturaleza a tu imagen, como árboles, plantas y demás, aunque también puede ser una buena opción incorporar edificios u otro tipo de construcciones.

Equipo

Es fundamental tener un equipo específico que te respalde a la hora de hacer fotografías a la luna. Y ese equipo debe constar de:

Teleobjetivo

La luna se encuentra muy, pero que muy, alejada de nosotros, por eso si habías intentado en otra ocasión hacer fotografías de la luna con otro tipo de lente u objetivo, no conseguirías los resultados que esperabas. Cualquier teleobjetivo debería servir, aunque también es cierto que a mayor distancia focal, mayor posibilidad tendrás de mostrar los detalles tan peculiares que tiene la luna. Entre 300mm hasta 600mm podría estar bien, aunque la distancia focal con la que podrás trabajar de forma cómoda el encuadre de tus fotografías de luna sin perder los detalles y relieves de los que te hablaba, es un teleobjetivo con distancia focal fija de 500mm. Este tipo de teleobjetivo ofrece una imagen de la luna completa, equivalente a 5 mm de diámetro en el sensor de tu cámara.

Gloxy 500mm f/6.3

Un buen ejemplo de ello es el teleobjetivo Gloxy 500mm f/6.3, un objetivo ideal para trabajar en todo tipo de disciplinas, además de astrofotografía, como puede ser la fotografía de deportes, fotografía de aves, fauna salvaje, naturaleza y mucho más. Tiene una relación calidad-precio que difícilmente se puede discutir.

cómo fotografiar la luna y equipo necesarioGloxy 500-1000mm f/6.3

Si crees que a ti los 500mm de distancia focal se te quedan cortos, no desesperes, este añade un duplicador 2x para que dobles la distancia focal de tu equipo, es decir, podrás trabajar con hasta 1000mm ¡ni que decir que no habrá ni un solo detalle que se le escape a tu equipo! Podrás centrarte en los detalles como los cráteres o manchas de la luna.

Mando

Una vez hemos bloqueado el espejo de nuestra cámara, si lo tuviese, quitado el estabilizador de nuestro objetivo y acoplado el equipo en nuestro trípode, solo nos queda trabajar con un disparador remoto.

El movimiento que se produce en nuestro equipo con tan solo pulsar el botón disparador de nuestra cámara, provoca que las fotografías de todo una noche hayan sido capturaras en vano. No te la juegues e incorpora en tu equipo un mando disparador, no solo evitarás vibraciones en tus fotografías, sino que además tendrás mayor libertad de movimiento pudiendo hacer fotografías desde la distancia.

Trípode

Trabajar con trípode en esta disciplinas es fundamental, y lo pongo en negrita porque no es un accesorio que puedas excluir de esta sesión de fotos porque te resulte una molestia llevarlo contigo hasta el lugar donde vas a trabajar. Dará igual lo lejos que te vayas o lo buena que sea tu cámara, si no cuentas con un trípode que te respalde, no vas a conseguir fotografías de la luna de buena calidad.

Tendrás problemas de trepidación y como resultado, fotografías borrosas. Actualmente en el mercado existen miles de alternativas con diferentes características y prestaciones, pero para que no te pases la tarde buscando un buen trípode.

Como ves, no es tan complicado fotografiar la luna de manera profesional, así que prepara tu equipo y empieza desde hoy mismo a poner en práctica estos consejos. Si se te ocurre algún consejo más no dudes en compartirlo con nosotros ¡Estamos deseando ver tus fotografías de la luna! Compártelas con nosotros en nuestras redes sociales.

Foto24

Escrito por Lourdes Olmedo

Viajera empedernida con cámara siempre en mano. Colaboradora en la revista Super Foto Digital. Departamento de Contenidos en Foto24.

26: Sirui Cabeça Vídeo VH-10

A peça que me faltava para estabilizar completa e definitivamente o conjunto câmara-tele-objectivas Samyang de 500mmm e 650-1300mm.

A cabeça de vídeo VH-10 da Sirui tem uma capacidade de carga máxima de até 6kg. Esta cabeça foi especialmente desenhada para câmaras DSLR e camcorders robustas.

Graças ao seu sistema sofisticado, permite um movimento preciso e suave, evitando a vibração nas gravações.

A fricção dos movimentos é ajustável e efectua movimentos rotativos de 360°, o que lhe dá a possibilidade de movimentos panorâmicos excelentes.

Além de muito intuitiva na sua utilização, fornece-lhe segurança, pois detém um sistema de bloqueio seguro. Conta ainda com duas bolhas de nível para alinhamentos perfeitos.

O meu maior problema era a pouca fluidez de movimentos que me ofereciam as rótulas e cabeças convencionais. Com sistema de bola, nem pensar para astrofotografia dado o peso do conjunto câmara (com grip instalado) e ter de fazer um verdadeiro equilíbrio manual o que prejudicava quando estava a “caçar” a Lua, por exemplo.

Com esta cabeça e devido aos seus movimentos fluídos, suaves, rodando 360º e verticalmente, com um braço extensível ao nosso dispor, é uma autêntica peça que aconselho a todos os que praticam astrofotografia ou fotografia/vídeo convencionais.

Basta montar a cabeça num bom tripé, e temos a solução prática e ideal para movimentos suaves e excelentes cenas panorâmicas ou congelamento de imagens.

As primeiras quatro imagens seguintes referem-se a esta excelente peça.

Estas imagens, referem-se à configuração que utilizo quando pretendo fotografar a Lua com as tele-objectivas Samyang de 500mm, 650-1300mm. Acoplado ao tripé, também encontra-se um rail da Sirui (outro acessório imprescindível) que ajuda a estabilizar tele-objectivas de grande porte.
SIRUI TY-350 Lens Rail  – TYuni Series. Este acessório encontra-se mencionado e publicado no meu Blogue Laboratório Fotográfico

As imagens a seguir são a configuração para a sessão lunar de hoje: câmara Canon EOS 760D e tele objectiva Samyang de 500mm com conversor 2x Dörr que aumenta a sua DF para 1000mm.






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