805: O maior e mais antigo fenómeno no Sistema Solar vai estar mais brilhante do que nunca

Luis Argerich / Flickr

Após um pôr-do-sol de primavera, aqueles que vivem e observam estrelas em lugares muito escuros frequentemente veem um cone de fraca luz branca a brilhar no céu nocturno ocidental.

Não é a Via Láctea nem poluição luminosa. É chamada de luz zodiacal e vem de uma grande parte do sistema solar. Conhecido como um “crepúsculo falso” na primavera, este brilho semelhante a uma pirâmide também é visível antes do amanhecer no leste, quando é chamado de “falsa aurora”.

Para astro-fotógrafos, esta é uma visão preciosa e fugaz, e esta será uma das melhores semanas do ano para a ver e fotografar no hemisfério norte.

A luz zodiacal é poeira interplanetária antiga. Acredita-se que seja a luz solar reflectindo partículas de poeira e gelo no sistema solar e orbita o sol no mesmo plano que todos os planetas.

Para ver o “falso crepúsculo”, em Março, deve olhar-se para oeste depois de o sol se tiver posto das latitudes do norte. É mais fácil se não houver luar brilhante no céu. “Há uma boa probabilidade de vê-lo do final de Fevereiro até o final de Março – realisticamente tudo que precisa é que não haja nuvens no horizonte”, disse Ollie Taylor, um astro-fotógrafo que leva grupos para fotografar a luz zodiacal e a Via Láctea na primavera no hemisfério norte.

“Ele pode durar cerca de 90 minutos, mas vai e vem rapidamente”, refere Taylor, que recentemente fotografou o fenómeno na Escócia. É mais facilmente perto do Equador e é preciso esperar até que esteja escuro. A luz zodiacal tende a ser visível ao longo da eclíptica, o caminho que o Sol percorre no céu.

É chamado “zodiacal” porque é visível sobre as constelações do zodíaco. Se estiver perto do Equador, a eclíptica dirige-se mais ou menos directamente para o horizonte, o que significa um Sol que se põe rapidamente e um distinto triângulo luminoso zodiacal em forma de cone que se parece com um “V” invertido. Quanto mais longe estiver do Equador, mais baixo e mais angulado será o horizonte.

Qualquer local a cerca de 64 quilómetros de distância de uma cidade com céus escuros é uma boa opção. Isso faz das ilhas e oceanos entre os melhores lugares. As Ilhas Canárias no Atlântico são um dos destinos favoritos nesta época do ano para os astro-fotógrafos, uma vez que as ilhas vulcânicas de La Palma e Tenerife permitem um fácil acesso aos topos das montanhas acima das nuvens.

No hemisfério sul, a luz zodiacal também é visível e é frequentemente fotografada no deserto mais seco do mundo – o Deserto do Atacama, no Chile. A regra de visualização é a mesma, mas os meses mudam: a luz zodiacal é observável no hemisfério sul no leste antes do pôr do sol na primavera (Setembro) e no oeste pós-poente na primavera (Março).

A “falsa aurora” de outono é vista com menos frequência. “É visível antes do nascer do sol no leste, mas a maioria das pessoas não o vê nesta época do ano por causa dos padrões de sono”, remata Taylor.

ZAP // Forbes

Por ZAP
8 Março, 2019



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181: Sessão solar 14.Nov.2017

Mais umas fotos ao Sol, cerca das 15:30 horas, das quais escolhi esta:

Com filtro solar artesanal (quando puder, vem um filtro “a sério”…)

Imagens obtidas com:

  • Câmara Canon EOS 760D
  • Telescópio Skywatcher Mak 127/1500mm
  • Montagem Equatorial SW EQ3-2
  • Ocular NPL 25mm Vixen 50º MC
  • Filtro Polarizador variável
  • Filtro solar artesanal

Dada a DF do tubo (1500mm), não consigo “encaixar” o objecto, neste caso o Sol, no enquadramento da câmara. Espero, quando chegar a ocular CPL 42mm 2″, possa aumentar o campo de visão e diminuir o tamanho dos objectos a fotografar, ou sejam, a Lua e o Sol, porque não dá para mais nada no lugarejo onde resido (Lisboa).

Gostaria de saber se alguém conseguiria fazer uma observação minimamente satisfatória nestas condições logísticas:

escarpa do lado esquerdo



corredor de observação com PL do lado dos prédios (candeeiros da rua)



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145: Google Maps agora permite "viajar" pelos planetas e luas do Sistema Solar

 

Saiba como aceder à nova funcionalidade do serviço de mapas mais utilizado da Internet

A Google acaba de ampliar o seu serviço de mapas a todo o Sistema Solar. A partir de agora, passa a ser possível viajar pelos planetas e luas no ecrã do computador.

A nova funcionalidade foi revelada segunda-feira no blogue oficial do maior motor de busca da internet do mundo, segundo o qual para a realização destes mapas interativos foram utilizadas as mais recentes imagens captadas pelas sondas da NASA e da ESA, a agência espacial europeia.

Para aceder a estas funcionalidades, tem duas hipóteses. Ou vá a www.google.com/maps/space/earth e clique no seu destino à direita, ou entre normalmente em maps.google.com, escolha a vista por satélite e reduza o zoom até entrar no espaço sideral. Parece mais complicado, mas é bem mais interessante.

© Fornecido por Diário de Notícias A nova página do Google Maps centrada na Terra

Em cada planeta ou lua estão assinalados as regiões e as características geográficas mais importantes, o que faz desta funcionalidade também uma importante ferramenta educativa. No entanto, não está isenta de lapsos. A especialista da Planetary Society Emily Lakdawalla escreveu no Twitter que tinha encontrado etiquetas mal colocadas em algumas luas de Júpiter e Saturno.

A cientista afirma que já contactou a Google para retificar os erros.

MSN notícias
17/10/2017

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