1461: Esta quinta-feira há eclipse anular do Sol e poderá ser visto em Portugal

O eclipse terá início por volta das 9.47 e terá o seu máximo perto das 10.32, terminando às 11.21

Foto Observatório Astronómico de Lisboa

Foto Observatório Astronómico de Lisboa

Esta quinta-feira vai ocorrer um eclipse anular do Sol que será visível como eclipse parcial em todo o território português, diz o Observatório Astronómico de Lisboa (OAL).

O OAL simula a aparência do sol em Lisboa através de uma animação. O eclipse terá início por volta das 9.47 e terá o seu máximo perto das 10.32, terminando às 11.21. A duração total do eclipse é de cerca de 90 minutos.

Em Lisboa tem início às 9.47 horas, com o máximo às 10.32 horas, terminando às 11.21 horas. No Porto, o máximo será às 10.38 horas e em Faro o máximo será às 10.29 horas.

Na base deste eclipse está a sombra da Lua sobre a Terra, ou seja, a região onde o eclipse é anular.

O fenómeno vai percorrer uma trajectória do nordeste da América do Norte ao nordeste da Ásia, atravessando a Gronelândia e oceano Árctico. A duração máxima da anularidade é de três minutos e 48 segundos.

O eclipse poderá ser visto a partir do nordeste da América do Norte, Europa, do norte da Ásia e do Oceano Atlântico norte.

Segundo o OAL, “o eclipse será apenas visível como eclipse parcial em todo o território português, que ficará na penumbra da Lua”. “Na maioria do território nacional, o eclipse parcial será pouco perceptível pois as percentagens de área solar coberta são muito baixas, variando entre 4% e 10% no continente e sendo de 30% nos Açores e de 6% na Madeira”, pode ler-se.

“Embora a alteração da luminosidade não seja perceptível, o eclipse parcial será facilmente notado ao olhar para o Sol com óculos de segurança”, explica o Observatório, que alerta que a observação do Sol pode ser perigosa.

Diário de Notícias
DN
10 Junho 2021 — 09:38

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1420: Oficina de astro-fotografia solar

SÁBADO, 27 DE MARÇO DE 2021 ÀS 14:30 UTC

Organizador

Detalhes

Evento online

Sábado, 27 de Março de 2021 às 14:30 UTC

Preço: grátis

Público· Qualquer pessoa no Facebook ou não

Esta oficina é coordenada pelo Prof. Pedro Ré e é organizada em parceria entre a APAA – Associação Portuguesa de Astrónomos Amadores e o OLA. Nesta oficina mostram-se as técnicas e equipamentos necessários para a obtenção de imagens de qualidade notável da nossa estrela, o Sol.

Este será um evento a realizar via vídeo conferência. Para receber o link, necessita registar-se aqui:

https://docs.google.com/forms/d/1fyT4pu9Un60JMssx5Kl52tkFbIy_Laow6HAi9MzrEjU/viewform?edit_requested=true

 

1054: Raro evento astronómico ocorre na próxima semana (e só se repete em 2023)

CIÊNCIA

NASA

Na próxima segunda-feira, 11 de Novembro, Mercúrio passará entre a Terra e o Sol, protagonizando um raro evento astronómico que não se repetirá em 13 anos.

“Da nossa perspectiva da Terra, só podemos ver Mercúrio e Vénus quando [estes] estão ou passam em frente ao Sol (…) e é por isso que este é um evento raro que não quererá perder”, escreve a agência espacial norte-americana (NASA) na sua página oficial.

A AccuWeather, por sua vez, detalhou que este tipo de movimentação ocorre, aproximadamente “13 vezes a cada 100 anos“, indicando que o próximo fenómeno deste tipo acontecerá a 13 de Novembro de 2031.

De acordo com a NASA, o fenómeno poderá ser observado em quase toda a América do Norte e do Sul, bem como na Europa, África e oeste da Ásia.

Durante o espectáculo, que durará 5,5 horas, Mercúrio será visível sob a forma de um ponto negro que se move em frente ao sol. Para observar evento e tendo em conta o tamanho pequeno do planeta, serão necessários binóculos ou telescópios com filtro solar.

Neste sentido, os cientistas recordam ainda que a observação directa do Sol sem equipamentos especiais de protecção pode causar danos nos olhos e perda de visão.

A este fenómeno chama-se o trânsito de Mercúrio. Por orbitar muito próximo da sua estrela, Mercúrio é difícil de observar. O planeta, em termos de tamanho, situa-se entre a Terra e a Lua, é composto sobretudo por ferro e tem uma atmosfera extremamente fina, formada por hélio, oxigénio, hidrogénio, mas também por sódio e potássio.

Apesar da sua proximidade com o Sol, Mercúrio não é o planeta mais quente (é Vénus), mas tem a maior variação de temperatura, entre -180ºC e +450ºC. Orbita o Sol em 87,97 dias e as suas crateras fazem lembrar as da Lua.

À semelhança de Mercúrio, também Vénus pode passar entre a Terra e o Sol, o que acontece duas vezes em cada cem anos.

ZAP //

Por ZAP
5 Novembro, 2019


 


 

Missão: Sol – 26.Jan.2019

26012019@17:00
Céu limpo (segundo indicações, hoje e amanhã, Domingo), fiz um teste de imagem ao Sol com a Canon EOS 760D + objectiva Canon zoom EF 75~300mm 1:4-5.6 III USM + filtro UV + filtro solar (que utilizo nos telescópios).



… e ainda o eclipse total da Lua, no passado dia 21 de Janeiro:



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Missão: Sol – 14.Jan.2019

Infelizmente nem tenho orçamento para um Takahashi ou para um “simples” SkyWatcher Esprit 150ED Pro Triplet, nem condições de visualização e espaço, além de intensa poluição luminosa e atmosférica.

Por isso, limito-me a todas as limitações ao meu dispor: espaço, planetas, nebulosas, constelações, népias! Apenas posso dedicar-me ao nosso calhau – sempre que o tempo permite -, e já posso dar-me por muito satisfeito. Nem um simples sistema GoTo me serviria dado que não tendo espaço para ver o espaço, ter ou não ter um GoTo seria igual a nada.

Mas hoje e antes que o Sol desapareça dado que o IPMA dá uma previsão a partir de amanhã, para céu encoberto, chuviscos, etc., desenterrei o refractor Bresser Messier ∅102/1000mm, acoplei a Canon EOS 760D e um filtro solar caseiro (película Baader AstroSolar Safety Film ND 5.0) e uma adaptação de uma tampa de um qualquer utensílio em plástico que tanto serve no Skywatcher Maksutov ∅127/1500mm como neste Bresser-Messier. E o resultado foi este, pobrezinho é certo dado que não tenho filtros solares adequados à função (o cenário de fundo não faz parte da imagem original, apenas o Sol):


Equipamento utilizado:




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565: Último eclipse solar do ano acontece este sábado

O terceiro e último eclipse solar parcial do ano tem lugar este sábado. O fenómeno ocorre quando a Lua passa entre a Terra e o Sol, mas sem cobrir o disco solar por completo e deixando a descoberto uma forma de uma meia lua brilhante

Este sábado os habitantes de algumas partes do mundo vão poder assistir a um eclipse parcial do Sol. É o terceiro deste ano. E o último. O fenómeno ocorre quando a Lua passa entre a Terra e o Sol, mas sem cobrir o disco solar por completo, deixando a descoberto uma meia lua brilhante.

O eclipse solar parcial será visível numa parte da América do Norte, da Europa do Norte, da Europa de Leste e da Rússia. O ponto máximo do eclipse parcial será registado no mar da Siberiano Oriental perto da ilha de Wrangel. No Polo Norte o Sol ficará coberto pela Lua em 65%.

O fenómeno, que decorrerá entre as 07.02 e as 10.30, hora de Portugal, não será visível no país, segundo o Observatório Astronómico de Lisboa. Os outros eclipses parciais do Sol, em 2018, foram registados a 13 de Julho e a 15 de Fevereiro.

Como olhar directamente par o sol pode ser perigoso para os olhos quem quiser assistir ao eclipse deverá usar lentes especiais de protecção.

O próximo eclipse parcial do Sol acontecerá a 6 de Janeiro de 2019 e, 15 dias depois, haverá um eclipse solar total.




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559: Por do Sol

As imagens que publico a seguir, foram tiradas com o mesmo plano mas com diferentes graus de filtragem.

Utilizei o seguinte equipamento:

  • Canon EOS 760D
  • tele-objectiva Canon EF 75-300mm 1:4-5.6 III USM
  • Filtro Digi HR: SKY (IX) ∅58mm
  • Filtro HRT CIR-PL UV ∅62mm
  • HD Gloxy High Definition Digital Tele Zoom Converter T-582 2x
  • X Gloxy Fader Filter ND2-ND400 MKII






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452: Eventos de Astronomia

 

AVISO (1) » Evento de Astronomia no próximo dia 6/6/2018 (4ª feira), na Casa da Cultura de Oliveira do Hospital, com o seguinte horário:

17h – Palestra – “Actividades e instituições de Astronomia na zona Centro de Portugal” – Miguel Pinto (OFIUCO)

18h – Palestra – “Clima Espacial” – Dr. Fernando Pinheiro (Observatório Astronómico de Coimbra)

19h – Observação do Sol (com 2 filtros)

20h – Jantar (por conta própria)

21h – Início das observações nocturnas

AVISO (2) » No próximo dia 9/6/2018 (sábado) realiza-se o ASTROCORUCHE/2018 (ver programa completo na internet), e a OFIUCO tenciona estar presente!

AVISO (3) » Sessão da OFIUCO no próximo dia 16/6/2018 (sábado), a partir das 16.30h, na sede da associação.


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236: Sessão lunar 22.Dez.2017

 

18:30 horas, céu limpo, um pouco de frio, Lua a 17%.

 

 









A imagem seguinte é uma foto do Sol captada apenas com o filtro solar.





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210: Sessão solar 04.Dez.2017

Portugal, em pleno Dezembro, tem um Sol de fazer inveja, embora o “briol” também esteja em alta! Para testar o novo filtro solar, saquei uns bonecos, embora não disponha de filtros ópticos solares (muuuuuito caros) e que ainda não estão ao alcance do meu orçamento, por isso, vou contentando-me com estas imagens…



As imagens acima foram captadas com um redutor focal TS 0.5x 2″ o que permitiu “encaixar” o Sol no campo visual da câmara, ou seja, a DF do tubo óptico passou de 1500mm para 750mm.

A imagem seguinte foi captada sem redutor focal e apenas se pode ver parte do Sol.


Filtro solar 130mm


Imagens obtidas com:

  • Câmara Canon EOS 760D
  • Telescópio Skywatcher Mak 127/1500mm
  • Montagem Equatorial SW EQ3-2
  • Ocular GSO SuperView Camera Project Lens 42mm 2″
  • Prisma cenital dieléctrico GSO 2″
  • Filtro Polarizador variável
  • Filtro solar TS Baader 130mm
  • Redutor de focal 0.5x  TS 2″


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